A pivô Alessandra Santos (foto), que defendeu a equipe francesa do Bourges na última temporada, afirma que a sua situação de 'conflito' com a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) está sendo resolvido. De acordo com a jogadora, o presidente Carlos Nunes e a diretora do departamento feminino Hortência Marcari estão batalhando para que os jogadores ausentes nas últimas convocações voltem.
"Antes de mais nada, quero esclarecer que o meu problema com a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) não tem nada a ver com a questão financeira. Estava lutando por uma coisa de direito, pois eu me contundi no Campeonato Mundial do Brasil, defendendo a Seleção, fiquei um período sem jogar e não ocorreu o pagamento do seguro, como deveria ter ocorrido. Por isso, houve um processo judicial e a Justiça determinou um valor indenizatório", explica a pivô.
"Agora, está nova administração da CBB, presidida por Carlos Nunes e que tem a Hortência como diretora, sabe que a gestão anterior errou e, por isso, está lutando para fortalecer as nossas seleções novamente. Prova disso é que estão conversando com as jogadoras, no masculino também, que não estiveram nas últimas convocações. Esse é um momento de refortalecer a modalidade, por isso eu a Helen e os demais jogadores estamos retornando", complementa Alessandra.
"Não poderia jogar na Seleção com a gestão anterior, pois eles não cumpriram o que prometeram comigo, até me desrespeitando como atleta e ser humano. Além disso, ficaria uma coisa terrível se eu me sujeitasse a trabalhar novamente com eles", acrescenta a jogadora.
A pivô, que foi campeã Mundial e medalhista Olímpica com o selecionado brasileiro, não quer criar nenhum tipo de polêmica e nem ser alvo de comentários precipitados e até levianos. "Eu tentei por diversas vezes conversar com os gestores anteriores da CBB, mas não foi possível. Por isso, tive que procurar os meus direitos na Justiça", finaliza Alessandra.
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