đ¤Óí▒ß>■  MO■   L                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                ýą┴5@­┐TNbjbj¤2¤24VşXşXTF      ł2222222F╬╬╬╬ ┌ Fő²˛˛˛˛˛˛˛       $ARôŔ02˛˛˛˛˛022˛˛E▓▓▓˛2˛2˛ ▓˛ ▓(▓┌22┌˛Š 0Ušşz╔╬Ü┌ [0ő┌{ť{┌FF2222┌{2ţ˛˛▓˛˛˛˛˛00FFDŐD▓FFŐO processo de desenvolvimento do talento: "o caso do basquetebol" Valdomiro de Oliveira - Mestrando-UNICAMP-SP Roberto Rodrigues Paes - Doutor - UNICAMP-SP Resumo O objetivo geral do estudo foi investigar atravÚs de revisŃo bibliogrßfica e exploratˇria como ocorreu o processo de desenvolvimento de talentos masculinos adultos que participaram da liga nacional de basquetebol edišŃo 2000-2001. Verificou a vivŕncia motora desde a fase de iniciašŃo atÚ a especializašŃo. O modelo de pesquisa utilizado trata da questŃo do processo-a pessoa o contexto e o tempo Bronfenbrenner(1995) e modelo de pesquisa a entrevista semi-estruturada, BARDIN, (1977). Os resultados obtidos sugerem as seguintes conclus§es: Nesse estudo o processo de especializašŃo ocorreu por volta de 14 anos de idade fase esta que coincide segundo o modelo de especializašŃo de PAES (1989), onde deve ocorrer a especializašŃo em uma sˇ modalidade; nesse caso isolado, o basquetebol. Palavras-chave: Basquetebol, Treinamento, Talento, Pedagogia, Aprendizagem. Consideraš§es iniciais Aumentam significativamente as discuss§es sobre a aprendizagem nos esportes coletivos , PAES (1989) KREB`S (1992), GRECO(1998).Esse fato tem intrigado muitos professores e tÚcnicos principalmente no Brasil, onde o empirismo tem predominado trazendo malefÝcios para as crianšas e adolescentes; isso porque a ciŕncia parece caminhar em lado oposto Ó prßtica, ou seja, muitos tÚcnicos que atuam na preparašŃo dos jovens atletas talvez desconhešam a importÔncia dos aspectos pedagˇgicos, metodolˇgicos, e principalmente dos fatores de desenvolvimento psicossocial dos adolescentes.. O basquetebol Ú um jogo coletivo que desde sua criašŃo, em 1891, atÚ os dias atuais evolui de forma espetacular, porÚm trßs consigo problemas sÚrios, como por exemplo o excesso de competiš§es nas fases infantis, podendo-se atribuir a esse fato uma das causas do abandono das crianšas e adolescentes antes do tempo esperado que segundo WEINECK, (1991), deveria ser na fase adulta. AlÚm desse, outras implicaš§es advŕm da especializašŃo precoce: les§es prematuras, fÝsicas, psicolˇgicas e atÚ sociais. Nesse estudo, abordaremos como se deu o processo de desenvolvimento de atletas que supostamente atingiram um determinado sucesso durante as fases de desenvolvimento e os melhores resultados nos perÝodos juvenil e adulto. Dessa forma, Ú imprescindÝvel compreender os conte˙dos a serem trabalhados em todas as fases de desenvolvimento da aprendizagem motora. Alguns pontos a serem abordados sŃo: o processo de desenvolvimento do talento no basquete e as etapas de preparašŃo a longo prazo. 1. O processo de desenvolvimento do talento Para atingir o sucesso desportivo em nÝvel internacional Ú necessßrio segundo WEINECK, (1996) haver um planejamento generalizado desde as fases prÚ-escolares atÚ a idade adulta. Portanto, a elaborašŃo de metodologias organizadas pedagogicamente Ú um dos fatores principais para garantir a ˇtima preparašŃo dos jovens no desporto. Vßrios autores de outros paÝses, considerando a ˙ltima metade do sÚculo XX , apresentaram ao mundo a importÔncia da organizašŃo do processo de treinamento a longo prazo; ZAKHAROV, (1992), BOMPA (1995), GALLAHUE (1995), FILIN (1996), WEINECK (1991), MATVEEV (1997), CARL (1988). No Brasil, alguns estudos tambÚm avanšam focados nessa perspectiva; ressaltamos os estudos de PAES (1989), KREB┤S (1992), BARBANTI (1997), GRECO (1998). Barbanti (1997) dividiu a preparašŃo a longo prazo em trŕs fases: etapa de formašŃo bßsica geral; treinamento especÝfico; treinamento de alto nÝvel. PAES (1989) corrobora que a primeira fase deve ser a educašŃo do movimento que estende-se atÚ por volta de dez anos de idade. A segunda fase como: iniciašŃo esportiva generalizada, que emerge dos onze aos quatorze anos, e busca-se, nesse momento, progressivamente a aquisišŃo refinada dos movimentos e o desenvolvimento psicomotor integral, possibilitando a execušŃo de tarefas mais complexas. Mas ressalta que esta nŃo deve estar voltada para a formašŃo obrigatˇria de atletas e Ú necessßrio que neste perÝodo as crianšas e os adolescentes tenham experiŕncia em vßrias modalidades, atravÚs da diversificašŃo, para que em seguida, a partir dos quatorze anos aconteša por vontade prˇpria a especializašŃo em uma sˇ modalidade. KREB┤S (1992) dividiu em quatro fases o processo a longo prazo: fase de estimulašŃo motora; fase de aprendizagem motora; fase de prßtica motora; fase de especializašŃo motora. GRECO (1998) relacionou as fases da seguinte forma: fase prÚ-escolar; fase universal; fase de orientašŃo; fase de direšŃo; fase de especializašŃo; fase de aproximašŃo/integrašŃo; fase de alto nÝvel; fase de recuperašŃo/adaptašŃo. 1.1 O caso do basquetebol No caso especÝfico do basquetebol poucos sŃo os estudos encontrados sobre propostas a longo prazo. Na prßtica, observa-se em grande quantidade a reprodušŃo empÝrica do conhecimento por parte das pessoas, principalmente de treinadores que atuam no treinamento com crianšas e adolescentes. Esse problema foi visto por PAES (1989) sobre a especializašŃo precoce quando crianšas submetidas Ó cargas elevadas de treinamentos na infÔncia e prÚ-puberdade nŃo avanšaram no processo. Tendo o jogo de basquetebol como esporte coletivo, PAES (1989) coloca que a especializašŃo deverß ocorrer apˇs uma vivŕncia diversificada de forma natural decidida pelos prˇprios adolescentes. A idade mÚdia fica entre quatorze-quinze anos. No processo de treinamento a longo prazo, optamos pelo estudo de PAES (1989) que trata dessas quest§es no livro Aprendizagem e CompetišŃo Precoce: "o caso do basquetebol". Quadro (1) Etapas de preparašŃo a longo prazo no basquetebol Etapas EducašŃo do movimento IniciašŃo e Prßtica Geral EspecializašŃo ┌nica Idade atÚ 11 anos atÚ14- -15 anos Apˇs 14 - 15 anos Fonte: PAES (1989) adaptado por OLIVEIRA (2001). Dessa forma, acontecerß um processo pedagˇgico ˙nico, respeitando as fases sensÝveis e crÝticas do desenvolvimento e suas caracterÝsticas especÝficas, nesse caso o basquetebol. ╔ importante garantir a continuidade dos objetivos, meios e mÚtodos do treinamento das crianšas e adolescentes no que diz respeito ao desenvolvimento fÝsico, fisiolˇgico, psicolˇgico, tÚcnico-tßtico, social e espiritual em todas as fases para nŃo haver a performance precoce e nem a estabilizašŃo da mesma. Deve-se observar minuciosamente o crescimento constante do volume das cargas e aumentß-las gradativamente, buscando a especificidade natural a cada ano. Nas fases iniciais, o objetivo principal Ú a assimilašŃo dos movimentos bßsicos e das aš§es tßtico-tÚcnicas, ou seja, partindo da razŃo de fazer para o modo de fazer e tambÚm dar oportunidade aos jovens de conhecer o jogo utilizando-se do seu potencial intelecto. No aspecto fÝsico, a coordenašŃo dos movimentos Ú o assunto principal, nŃo esquecendo simultaneamente dos princÝpios e valores no esporte quando analisado enquanto fen˘meno cultural. Na fase de especializašŃo ˙nica, ou seja, sˇ em uma modalidade, estarß acontecendo a conclusŃo da formašŃo dos sistemas funcionais que, segundo WEINECK (1991) Ú condicionado nŃo sˇ pelas caracterÝsticas do treinamento, como por exemplo o desenvolvimento da forša, resistŕncia, velocidade, flexibilidade, coordenašŃo: habilidades (capacidades fÝsicas), mas tambÚm pela individualidade biolˇgica, desenvolvimento maturacional e acima de tudo pelo talento dos praticantes. De forma geral, a proposta de treinamento a longo prazo sugeridas na literatura nacional e internacional sŃo equivalentes, porÚm trabalhadas em diferentes terminologias. Outros aspectos importantes a serem observados nos planejamentos a longo prazo direcionam-se: Ó modalidade especÝfica, origem da pessoa, genÚtica e o meio ambiente. 2. DescrišŃo do Estudo 2.1 Metodologia 2.1.1 O modelo de Estudo O modelo de estudo foi a entrevista semi-estruturada que, segundo BARDIN (1977), Ú um dos principais meios de investigašŃo para realizar coleta de dados que tŕm enfoque qualitativo. Segundo BRONFENBRENNER (1995), esse modelo de estudo volta-se para as quest§es relacionadas Ó pessoa, ao processo, ao contexto e ao tempo, ou seja, aos atletas que nesse caso participaram da liga nacional edišŃo 2000-2001. 2.1.2 Sujeitos do Estudo Foram identificados e selecionados no contexto 6 atletas considerados talentos pela comunidade do basquetebol nacional. 2.1.3 Coleta de Dados A coleta de dados foi realizada durante a realizašŃo da liga nacional . Para acessar os informantes foram utilizados vßrios meios: telefone, fax, carta explicativa, e-mail, solicitando a autorizašŃo e explicando a importÔncia da pesquisa para o basquetebol e para posteriores estudos. 2.1.4 Anßlise dos dados Para analisar os dados, utilizou-se a anßlise de conte˙do que, para BARDIN (1977) p31, Ú um conjunto de tÚcnicas para analisar as comunicaš§es. 3. ApresentašŃo e discussŃo dos resultados Com o intuito de organizar a apresentašŃo e discussŃo, o estudo foi dividido em etapas: a) etapa de educašŃo do movimento; b) etapa de especializašŃo generalizada; c) etapa de especializašŃo ˙nica, ou em uma sˇ modalidade; Quadro (2) Sujeitos, equipes e nÝvel dos atletas participantes da pesquisa. Sujeitos funšŃo NÝvel A1 Armador fixo (I) Nacional A2 Ala de forša (3 e 4) Nacional A3 Armador-Ala ( 1 e2) Internacional A4 Pivo de forša (5) Nacional A5 Pivo- Ala (4) Internacional A6 Ala- Pivo (3 e 4) Internacional Fonte: Atletas que participaram da liga nacional A e B no ano de 2000-2001 3.1 Etapa de educašŃo do movimento dos talentos do basquetebol Para PAES (1989), essa etapa Ú utilizada para a educašŃo do movimento atravÚs das atividades motoras variadas, em que as crianšas participam com alegria, integrašŃo e adquirem os padr§es bßsicos de movimento. Segundo o autor, essa fase, no basquetebol, nŃo existe treinamento nem especializašŃo, onde o basquetebol contribuirß simplesmente para a estimulašŃo do aspecto motor das crianšas utilizando-se de regras adaptadas, tabelinhas de bolas menores. Partindo desse pressuposto, que Ú um sistema totalmente aberto, pergunta-se entŃo aos talentos: Quais foram as atividades vivenciadas por eles na etapa de educašŃo dos movimentos? "Eu brincava de pipa... Ahi... pega-pega, esconde-esconde, andava de bicicleta, jogava futebol com os amigos, queima e brincava de basquete na cesta que meu pai fez lß na parede de casa..." (A5). "Ah,... era mini volei, basquete, arremessava numa cesta pequena que tinha na escola... outras brincadeiras que o professor dava nas aulas de educašŃo fÝsica... corria, pulava corda, subia em ßrvore." (A6) WEINECK (1991) afirma que, nessa fase, )as crianšas demonstram alto Ýmpeto para movimentos e brincadeiras livres e ocupam-se de um grande n˙mero de jogos que se formam de maneira variada e m˙ltipla. Os talentos A5... A6... demonstraram caracterÝsticas em atividades pelo gosto e prazer nesta fase, bem como os outros envolvidos na pesquisa. 3 3.2 Etapa de iniciašŃo e prßtica generalizada Nessa etapa, PAES (1989) atribui essa fase Ó aprendizagem de vßrias modalidades esportivas. Esta estende-se, no que diz respeito ao perÝodo escolar, da quinta sÚrie atÚ Ó oitava sÚrie. Nesse momento, acontece a aprendizagem e a prßtica diversificada, com o objetivo de manter as crianšas e os adolescentes praticando esporte. Vßrios autores concordam com essa idÚia: KREB┤S, CARL, BOMPA, WEINECK, GRECO. Nessa fase de aprendizagem de vßrias modalidades, questiona-se: Quais foram as modalidades aprendidas e praticadas nesse perÝodo? "Fazia natašŃo, handebol, futsal, futebol, jogava na escola, no clube, na frente de casa atÚ 13-14 anos, quando comecei a me dedicar sˇ no basquete". (A2) "Eu... nadava, jogava tambÚm futsal, futebol no campinho, na escola jogava xadrez, volei, basquete, handebol, participara das corridas de atletismo, fazia um pouco de cada coisa". (A3) Com esses depoimentos parece que a busca dos talentos envolvidos com os esportes ou modalidades diferenciadas era evidente. PAES (1989) coloca que nesse perÝodo a prˇpria crianša e o adolescente vŃo pouco a pouco percebendo e descobrindo sua competŕncia para uma ou outra modalidade. De acordo com os talentos, em um caso especÝfico o talento A6, jogador que recentemente disputou o campeonato mundial juvenil, sempre gostou de basquete porque o irmŃo jogava e o pai incentivava, mas decidiu pelo basquete como ˙nico esporte sˇ aos quatorze anos, porque antes desse perÝodo gostava de jogar as outras modalidades com os amigos na escola. Para KREB`S (1992), essa fase deve ser entendida em duas partes: a primeira de 11 a 13 anos, como parcialmente aberta, ou seja, o plano motor Ú parcialmente definido pelo instrutor; na segunda parte, parcialmente fechada, onde o futuro atleta ainda estß decidindo qual serß a sua modalidade e se Ú isso mesmo que vai acontecer, pois nŃo Ú obrigatˇrio ser atleta nessa fase. 3.3 Etapa de especializašŃo dos talentos no basquetebol Para PAES (1989), essa Ú a etapa de especializašŃo e deve acontecer apˇs 14 anos de idade, pois apˇs um ˇtimo desenvolvimento bßsico multilateral dos sistemas gerais que aconteceram nas fases anteriores, o atleta estarß, no caso do basquetebol, no timing ideal. A opšŃo pelo praticante na modalidade provavelmente se dß devido Ós suas potencialidades, mas mesmo assim, o treinamento nesse perÝodo passa a ter um carßter progressivo, visando Ó alta performace na fase adulta. CARL (1988), KREB`S (1992), MARTIN (1988) ressaltam ser essa a fase de treinamento especÝfico, selešŃo de especializašŃo do gesto fino que segundo GALAHUE (1985), permanecerß pelo resto da vida. A opšŃo pelo basquetebol jß comeša a ser definida nessa fase, segundo as afirmaš§es de alguns talentos: "Decidi pelo basquete aos 14-15 anos. Eu praticava bastante com meu irmŃo e meus amigos. Com 15 anos eu jß competia competiš§es juvenis... durante esse tempo todo tive seis tÚcnicos de nÝvel nacional e dois de nÝvel internacional..." (A3) "...nessa fase eu tinha 14 anos... decidi pelo basquete porque eu gostava e minha famÝlia me incentivava. Treinava 3 horas por dia... eu gostava muito de treinar sozinho... (A1) Para KREB`S (1992), essa fase Ú considerada como um sistema totalmente fechado, em funšŃo da especificidade, da modalidade e onde o desenvolvimento geral dos jovens permite o treinamento regular especializado. Portanto, a idade aproximada para a opšŃo pelo basquetebol dos atletas envolvidos nesse estudo, situou-se ao redor de 14-15 anos. A forša de vontade, a dedicašŃo, determinašŃo, apoio da famÝlia, local da prßtica, bons tÚcnicos, liberdade de escolha favoreceu o processo de especializašŃo e a decisŃo pelo basquetebol. Consideraš§es finais Os profissionais que atuam com crianšas e adolescentes no treinamento necessitam ter boa formašŃo pedagˇgica e tambÚm conhecimento profundo sobre as fases de desenvolvimento do ser humano. No basquetebol o tÚcnico influŕncia diretamente no desempenho dos atletas podendo promovŕ-los com talentos esportivos. PorÚm sem os conhecimentos cientÝficos o mesmo poderß colaborar para eliminašŃo das crianšas na prßtica de esportes. Na fase inicial desportiva (11-12) Ú de suma importÔncia dar oportunidade as crianšas em participar com alegria e prazer visando o desenvolvimento psicomotor visando a educašŃo, valores, princÝpios da vida alÚm da sa˙de fisÝca e mental. Na fase de automatizašŃo 13 e 14 anos a prßtica de vßrias modalidades darŃo suporte motor para futuras especializaš§es, como por exemplo, definir a posišŃo de um jogador na quadra. Na fase de espeicializašŃo em uma sˇ modalidade, no caso do armador no basquetebol o melhor momento seria apˇs quartorze anos, em funšŃo da experiŕncia vivida e da fase de crescimento e desenvolvimento maturacional dos jovens. A promošŃo do talento do esporte nŃo se restringe apenas a esses fatos, mas tambÚm ao apoio familiar, prefeitura, clube, escola, federašŃo, confederašŃo, alÚm de muito esforšo e interesse do praticante, pois sabe-se que poucos atingem a performance na fase adulta, abandonando o esporte em fases anteriores. Portanto, deve-se valorizar a participašŃo dos jovens no esporte educando-os atravÚs dos jogos evitando ultrapassar as fases do desenvolvimento e em um trabalho conjunto entre tÚcnicos capacitados, pais e entidades poderia facilitar a promošŃo do talento do basquetebol e melhorar a mÚdio e longo prazo esse esporte no paÝs. Bibliografia BARBANTI, V.J. Teoria e prßtica do treinamento desportivo. SŃo Paulo, Ed. Edgard Blucher, 1997. BARDIN, L. Anßlise de conte˙do. Lisboa. Ediš§es 70, 1997, 225 p. BOMPA, T. From Childhood to Champion Toronto: Veritas Publishing inc, 1995. 205 p. BRONFENBRENNER, V. Examining Lives in Context perspectives on the ecology of human development (in: moen at all. eds) Washington American Psycologics Association, 1995. 675 cap. 18, 9. 599-618 CARL, K. Talenttsuche, Talentawswahl und Talentforderung. Schorndof, Hofman-Verlag, 1998. FILIN, V.P: Desporto Juvenil: Teoria e metodologia. CID, 1996. GALLAHUE, D.L. Osmun, J.C: understanding motor development: infants, children, adolescents, adults: dubuque: brown & benchmark publishers - 1995, p. 570. GRECO, S.P. et al: formašŃo esportiva universal. V.1 e 2. Belo Horizonte. Editora UFMG. 1998. KREB'S, R.J: Da estimulašŃo Ó especializašŃo. Revista Kinesis. N║ 9. p. 29 a 44. 1992. MARTIN, D. Training in Kids - und jugendalter schorndort, Hofman-Verlag, 1988. MATVEEV, L.P: Treino desportivo: metologia e planejamento, F.M.U. Phorte Editora, Guarulhos. 1997. PAES, R.R: Aprendizagem e competišŃo precoce no caso do basquetebol: Universidade Metodista de Piracicaba: DissertašŃo do mestrado - 1989. WEINECK, J: Biologia do esporte, Editora Manole, SŃo Paulo. 1991. ZAKHAROV, A: A ciŕncia do treinamento desportivo/adaptašŃo tÚcnica: Ant˘nio Carlos Gomes. 1¬ EdišŃo, Grupo Palestra. Sport - 1992. Valdomiro de Oliveira, Roberto Rodrigues Paes: Departamento de Ciŕncias do Esporte. UNICAMP-SP. Faculdade de EducašŃo FÝsica. ARNTNˇňßhof$hof$CJOJQJ^JaJhof$5üOJQJ\ü^JSNTN˙°gdof$TN■21Éh:pof$░đ/ ░Ó=!░7"░7#É7$É7%░░┼░┼ É─ť@@˝ @ NormalCJ_HaJmHsHtH>A@˛ í> Fonte parßg. padrŃoTi@ˇ │T  Tabela normal÷4Í l4Ía÷ ,k@˘ ┴, Sem listaTFV    SFVFM90ÇMy0ÇSFVF@X «░▓»TN(TN)TN*SFVF@BCHozce >J3 @   ; @ Ä Ť MW{SFVFČSFVF  William TimoteoŤ8uoňof$ @ÇSFSFSSFSFTF@@  Unknown            GÉçz Ç Times New Roman5ÉÇSymbol3&É çz Ç Arial"1ł­─ęÄ│╚ŽĆ│╚Žř W;#~ř W;#~!­77┤┤üü41F1F2â­H ­ ?ń                     of$  AO processo de desenvolvimento do talento: "o caso do basquetebol"William TimoteoWilliam Timoteo■ Óů貨OhźĹ+'│┘0ŞÉśń­ 4 LX t Ç îśáĘ░ńBO processo de desenvolvimento do talento: "o caso do basquetebol"n prWilliam Timoteoillill Normal.dotoWilliam Timoteo1llMicrosoft Word 10.0@F├#@Řěwz╔@BťŤz╔ř W;■ Ň═Ňť.ôŚ+,¨«0, hp|äîö ťĄČ┤ ╝ ńc~#1FA BO processo de desenvolvimento do talento: "o caso do basquetebol" TÝtulo  !"#$%&'()*+■   -./0123■   56789:;■   =>?@ABC■   EFGHIJK■   ř   N■   ■   ■                                                                                                                                                                                               Root Entry         └FPĽ«z╔PÇData             ,1Table    4WordDocument    4VSummaryInformation(            <DocumentSummaryInformation8        DCompObj            n            ■                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           ■       └FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.8˘9▓q