31-07-2011 - CORAGEM EM MUDAR
Prezado Alcir e Colaboradores.
Venho insistentemente dizendo que poder perpétuo não esta sendo mais suportado por povos de todo mundo, haja vista os acontecimentos no oriente médio.
Temos na FPB através do seu atual gestor uma administração de 30 anos, coincidência igual à Líbia, inclusive um grande grupo que apoiou atual gestão da maior entidade do Basquete Brasileiro esta novamente do mesmo lado da atual gestão do Basquete de São Paulo. Senhores errar é humano, mas persistir no erro é complicado.
Até este momento publico e notória foi através do Clipping sugerido uma oposição ao atual modelo centralizador que através da mão de ferro conduz administração dos mais próximos.
O que não podemos deixar de ter é uma oposição, ganhar ou perder faz parte do jogo, mas precisamos de alguma alternativa, chega de aclamação, por unanimidade etc.
Não podemos mais brincar com eleição, temos que mudar e tentar algo diferente aos mandatários de mais de 30 anos no poder, precisamos de uma administração transparente, translúcida, vamos tentar e fazer a nossa parte, um sujeito sozinho não governa, o estatuto tem que ser alterado, para que tenhamos mais liberdade de escolha sem medo de retaliação e perseguições.
Num dos melhores textos do Alcir ele menciona liberdade de escolha, direito a oposição digna e honesta, sem atalhos, livre, ninguém governa sozinho, o candidato de oposição deverá compor uma chapa, se tivemos mais que um melhor. Esta chapa quem decidirá não um sujeito sozinho como em toda democracia, quem definirá mudanças são os clubes e associados, que aos poucos poderão verificar em todos estados as alternâncias de presidentes de federações, conseqüentemente o presidente da entidade maior do Basquete Brasileiro.
Atualmente temos como presidente da Federação de Brasília o “CARIOQUINHA” Sr. Milton Setrini Junior.
Porque não este nome para 2013?
Porque não para uma oposição eleita na FPB em 2012?
Vamos parar de ter medo!
Abraços.
Odair Viola Sabbag
-------------------------------------------------------------------------------- De: CLIPPING DO BASQUETE [mailto:clippingdobasquete@terra.com.br] Enviada em: sexta-feira, 29 de julho de 2011 15:40 Para: Undisclosed-Recipient:; Assunto: EDITORIAL - PROCESSO DE REJEIÇÃO UM INDICADOR DE VITÓRIA OU DERROTA EM UMA ELEIÇÃO.
Durante estes quase 2,5 anos de nova gestão dentro do basquete do país, resolvemos avaliar e comparar alguns indicadores importantes que poderão por exemplo promover alternância no poder do basquete brasileiro em 2013 então vejamos : 1 - Em 2009 a atual gestão do basquete brasileiro foi eleita com uma rejeição em torno 40,74%, se considerarmos a abstenção de voto por parte de 11 federações; 2 - Hoje de acordo com pesquisas informais a rejeição em relação ao atual modelo de gestão, aliado a falta de resultados se aproxima de 62,96% . Em se mantendo esta situação ou mesmo se agravando, até pq entendemos que mesmo com a classificação do basquete brasileiro para a olimpíada, o índice atual de rejeição pouco modificará, tendo em vista que o colégio eleitoral na hora de depositar o seu voto avaliará os 4 anos de gestão como um todo e não somente resultados positivos isolados, dentro de uma lógica de voto consciente e com a razão. É comum nestes momentos que existe indicadores de crescimento na rejeição a gestões, os grandes mandatários começarem com uma certa antecedência se aproximarem daqueles cuja a sua intenção de voto não se alinha com o do poder maior, é normal também procurar estes para indica-los para viagens de conciliação principalmente como delegados de campeonatos brasileiros ou mesmo para acompanhar seleções, faz parte do jogo eleitoral. Comenta-se no universo do basquete, principalmente em reuniões das mais variadas, comentários de apoio efetivo, onde o mandatário maior do basquete brasileiro menciona a seguinte frase de efeito: onde houver eleição regional e o presidente da federação for candidato lá estarei apoiando" e pelo que temos apurado tem feito isto faz parte também do jogo eleitoral, alguns até consideram como campanha velada. O que precisamos avaliar até quando este apoio mesmo velado em vez de beneficiar o candidato regional poderá prejudica-lo se considerarmos que esta aliando a sua candidatura regional a um gestão nacional pífia , um fator que deve ser avaliado pelos clubes que elegem os presidentes das federações. Fica aqui nosso alerta para os clubes avaliarem, o reflexo da gestão maior do basquete brasileiro, seja negativa ou positiva, começa na eleição dos presidentes das federações pelos clubes, dentro de uma cadeia lógica clube elege presidente de federação, presidente de federação elege presidente de confederação, como podem ver os grandes responsáveis pela situação atual do basquete brasileiro, tão criticada nas varias mídias, não podemos responsabilizar somente a alta gestão e sim toda cadeia lógica que elege os presidentes das confederações, começando pelos clubes que são os grandes responsáveis de elegerem melhor aqueles que elegerão o grande gestor do basquete do Brasil. CLIPPING DO BASQUETE
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