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PERGUNTE AO MARCEL Retro World Cup Cote d'Ivoire Jerseys At Great Prices Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Closeout World Cup Bosnia Hercegovina Jerseys With Discounts Where To Buy cheap World Cup Ghana Soccer Jerseys Wholesale hot-sale Affordable World Cup Japan Jerseys On sheap Sale Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Super World Cup Croatia Soccer Jerseys Online outlet Store Match Worn World Cup Chile Jerseys with Factory Price Online cheap oakley sunglasses http://www.bposoft.com/
04-08-2006
Pergunta:
Quem foi Wagnaldo Aparecido de Jesus?
Resposta:
Nilson, foi um técnico de basquete no Guarujá, que infelizmente faleceu há dois anos. Abraços.
04-08-2006
Pergunta:
Quando falei da criação de uma categoria que abrangece a idade universitária, esta também abreria p/* equipe não somente vindas de clubes mas sim de clubes e faculdades, fazendo uma setorização p/ facilitar e diminuir custos algo que a fpb não se preocupa pois um exemplo disto temos na região três equipes disputando juvenil e a fpb pos elas em chaves separadas, sem ter o porque pois depois as chaves se cruzão.
Resposta:
Carlos, a FPB não tem jurisdição sobre as equipes de faculdades. Estas participam de outros campeonatos. A realidade é que não existe muito interesse da parte dos clubes na categoria que estamos discutindo, pois aumentariam os custos operacionais. Quanto ao juvenil, creio que a reunião que a FPB faz com os clubes participantes antes de começarem os campeonatos servem justamente para estes acertos. Abraços
04-08-2006
Pergunta:
Marcel, para que nosso basquete tenha uma sobrevida é necessário uma boa figura no mundial, mas do jeito que tá fica difícil, treinamos pouco, pelo que noto em quadra os treinamentos não atingem os pontos necessários (perder tantos rebotes para aquele time anão da Nova Zelandia!!!)periga queimarmos uma geração brilhante por erro de treinamento, além disso Nezinho como 3º armador é brincadeira!!!, melhor levar o Demetrius que tem mais bagagem, e a GF vai queimar nosso basquete no mundial?
Resposta:
Victor, como vc pode notar pelas minhas respostas anteriores, seleção brasileira é um assunto que não discuto mais por me sentir eticamente impedido de fazê-lo. Abraços
03-08-2006
Pergunta:
Já que não temos um campeonato universitário forte como em alguns paises por a fpb e a cbb não tem um campeonato nesta faixa de idade aonde poderia trazer mais equipe p/ o basquete brasileiro pois muitas faculdades tem o interesse de divulgar sua marca.
Resposta:
Carlos, vc se refere a um campeonato sub-22. Sei que a FPB já tentou realizar um, mas não houve interesse por parte dos clubes, pois seria mais uma categoria a gerar custos a eles. Abraços.
03-08-2006
Pergunta:
Ola Marcel, tive o privilegio de conhecer vc, quando jogava no continental, foi em um jogo no pinheiros, eu estava com o saudoso Ze claudio. A minha pergunta é simples, nao sei se esqueci tudo que aprendi sobre basquete, ou se mudou muito o esporte. o que sei é que nao acho o lula técnico certo para a seleçao. O que vc acha? ele deve ser o tecnico? resposta negativa, qual deveria ser. um grande abraço...
Resposta:
Alessandro, por motivo de foro familiar e ético, sinto-me impedido de tecer qualquer comentário sobre a nossa seleção brasileira.Abraços
03-08-2006
Pergunta:
Marcel, aqui estou novamente, primeiro para agradecer a sua paciência e a transparência de sempre em suas respostas (que seguramente lhe custam e custaram cargos no "status quo"), qualidades que gostaríamos de ver na nossa comissão técnica - entre outras -; porém, tomei a liberdade de transcrever uma mensagem minha deixada na tribuna para que voce comentasse - se possível: Em recente entrevista (sexta feira dia 28 de julho), o técnico Lula afirmou que a seleção "brigará" pelo três primeiros lugares no Mundial e que se "tivéssemos" vencido a Argentina no Mundial anterior o caminho internacional desta seleção teria sido outro e que por detalhes (sempre os detalhes) a Argentina venceu e rumou para a final e posteriormente ao título nas Olimpíadas e que o Brasil...está no caminho certo...etc e tal.; Time para ficar entre os melhores creio que temos, espero que a preparação esteja a altura...vamos torcer pelo sucesso destes garotos, pois eles merecem !
Resposta:
Pedro, por motivo de foro familiar e ético, sinto-me impedido de tecer qualquer comentário sobre a nossa seleção brasileira.Abraços
01-08-2006
Pergunta:
Caro Marcel, desculpe-me a insistência e a minha ignorancia, porém, primeiro a "história" da manutenção da forma física e técnica, sem antes adquirá-la, agora, a comissão técnica vem a público dizer que na sexta feira passada a seleção brasileira ficou a manhã inteira fazendo testes, e que por isto estava cansada no jogo realizado no Paulistano e ainda, que adicionalmente,na noite anterior, após o jogo em Rio Claro os jogadores viajaram e foram dormir as 3:00 da manhã; pergunto: qual a validade e fidedignidade destes testes, testar o quanto os atletas se desgastaram na viagem ? porque tais testes não foram realizados no início da programação (se é que temos alguma)? aproveitando, voce concorda que ontem contra a argentina a seleção demonstrou que é um time espetacular dirigido de forma "provinciana" (comissão técnica invadindo quadra, discutindo com o árbitro e com comportamento idêntico aquele que presenciamos em jogos do campeonato paulista, quando equipes "grandes" participam)? - desculpe-me o desabafo...mas...abraços e obrigado pela paciência..
Resposta:
Pedro, vc tem uma percepção muito boa dos problemas que atingem o basquete brasileiro. A nossa seleção nada mais é do que o reflexo de todos esses problemas, da nossa cultura basqueteira, do nosso jeitinho, nosso gogó, enfim, da maneira "naif" de encararmos tais problemas, que parecem nunca terem fim. Aliás, costumo dizer aos meus jogadores que a vida e o basquete são como um vídeo-jogo: se vc evita um obstáculo, ele sempre volta para vc enfrentá-lo. Se vc não consegue vencer todos os obstáculos nunca irá subir para um nível do jogo superior. Sinto que nossos problemas continuam basicamente os mesmos e que ainda insistimos nas nossas fórmulas caseiras, nossas "mezinhas e infusões" para resolvê-los. Isto seria ótimo se os jogadores não tivessem sido apresentados a uma nova forma de ver o jogo (um nível mais alto do vídeo-jogo) e, portanto, saberem que principalmente os treinamentos da nossa seleção, embora honestos e abnegados, são os mesmos que estes jogadores realizavam quando ainda estavam jogando no Brasil, como se fossem uma versão repaginada do "pac man" e, mesmo que queiram, não conseguem se adptar a essa antiga realidade da qual saíram há muito tempo. A "tecnologia embarcada" da nossa seleção é muito boa, mas tecnologia somente não garante vitória. É preciso saber interpretá-la de acordo com a nossa realidade, bem como a realidade do basquete mundial. Treinamos, insisto, como se fossemos disputar o Paulistão ou o CNBM, onde nas broncas que acontecem os técnicos, os dirigentes e os jogadores de nível (como é o caso) seguram tudo no gogó e no jogo fora da quadra. Ora, nas grandes competições internacionais ou em amistosos contra a melhor equipe do mundo (vc não sabe como me é difícil escrever isso da Argentina!) vale a técnica e o treinamento, pois se nossos melhores atletas não devem nada aos argentinos, em matéria de treinamento de alta performance temos uma conta a saldar muito grande. Se compararmos dois jogadores de nível técnico semelhantes, irá levar vantagem no jogo aquele que estiver melhor treinado. Ficar gritando, batendo no braço e pedindo falta revela a nossa tentativa de trazer o jogo para o famoso gogó e isso não é levado em consideração nesse nível. Dizer que o Ginobili é intocável me faz lembrar o quanto é difícil marcá-lo no mano a mano e que depois que ele bate seu marcador direto, em jogos internacionais e não aonde se usa o gogó, ele adquire o sacrossanto direito de vantagem sobre o adversário e qualquer contato é falta. É ou não é uma ingenuidade querer defender o Ginobili ou qualquer outro jogador deste nível com o gogó? A solução seria treinar os jogadores a não marcar com as mãos e sim com as pernas, mas na terra onde o basquete gogó impera isso não precisa ser feito, pois é só usar as mãos na marcação que no máximo irão marcar apenas uma faltinha ou outra no início ou quando a partida estiver definida para equilibrar as estatísticas. Não é de hoje que vivemos a época ufanista do "estamos no caminho certo e perdemos no detalhe". Estamos hipotecando nossas esperanças e ao mesmo tempo queimando gerações de grandes atletas há mais de 15 anos. Quantos não poderiam ter outro futuro se nosso basquete fosse jogado dentro de campo e treinado apropriadamente? A nossa atual situação, como já disse, reflete tudo isso. Torço pelos jogadores, pois vejo que são mais avançados tecnicamente do que seus treinadores (senão não haveria tanta contestação nos tempos debitados) e espero que superem as dificuldades e nos levem de volta ao lugar que nunca deveríamos ter saído: dominância continental em todas as categorias e estarmos entre os melhores do mundo. Desculpe-me também pelo desabafo. abraços.
01-08-2006
Pergunta:
Olá, eu queria saber aonde eu posso achar informações e imagens de juizes antigos de basquete como Isac Grinman... valeu!
Resposta:
Fábio, creio que a FPB tenha o que vc procura. Contate-a através do e-mail, fpb@fpb.com.br Abraços.
31-07-2006
Pergunta:
Assisti ao jogo contra a NZL ontem e fiquei chateado. Chateado com os rebotes defensivos que o Brasil não pega (os últimos 20 segundos do jogo mostraram claramente); chateado com o jogo de post-up que o Brasil não tem (poucas vezes que o Guilherme tentou); chateado com o ataque displicente, às vezes parecendo rachão; chateado com a insistência de se usar o Leandrinho na 1 (prefiro como 2 ou decidindo mais no ataque); chateado com o fato do Alex ser baixo, porque ele dá vida ao time e corre por dois; chateado com os pombos do Marcelinho (não que ele não deva chutar, mas apenas selecionar melhor os chutes); chateado com a postura da comissão técnica, que parecida estar dirigindo um bom time numa noite ruim num jogo de fim de segundo turno quando já se está classificado. E aí Marcel? Tem jeito ou não? Até quando hein? Será que vi um jogo diferente ou é mais ou menos isso? Abraço.
Resposta:
Francisco, vc está se parecendo como os pacientes que trato na UBS daqui. O pessoal vem com os sinais e sintomas que os afligem e eu diagnostico e trato, muitas vezes sem o auxílio de exames diagnósticos. Vc descreve muito bem a falta de treinamento apropriado que acontece na nossa seleção. Preste atenção pq não estou dizendo que a seleção não treina, mas sim que a turma não está treinando o que é necessário para afrontar o grande compromisso internacional que virá. Sei que a CT é honesta e abnegada ao que faz, mas apenas isso não garante sucesso se o que é feito não atingir o nível necessário à disputa. Não sei se vc percebeu, mas parece que a nossa seleção está se preparando para disputar uma competição nacional ou estadual e, embora torça para o sucesso da mesma, temo que a falta de um jogador número 5, a falta de um reserva para Guilherme(nosso único três) e o excesso de baixinhos, aliados ao tal treinamento para o Paulistão ou CNBM, irão nos causar algumas dificuldades neste mundial.
31-07-2006
Pergunta:
Caro Marcel, li no Estadão de ontem que os clubes se reunirão no próximo dia 10 para tentar resolver questões do basquete nacional, numa iniciativa de Limeira. Mas que bagunça!! Será que vai se resolver alguma coisa? Afinal, a associação de clubes que Franca agora propõe não é aquilo que a NLB já é? Me parece que, antes de qualquer coisa, quem não entra na NLB é porque não quer participar da "liga do Oscar". Pois é, a mesquinharia e briga pelo poder existe fora da CBB, infelizmente. Já o Grego, por sua vez, vai fazer sua reunião depois, acho que dia 19, para definir mais um campeonato que pode não acabar, aceitando liga gerida pelos clubes, mas não dos clubes. Enquanto os clubes forem medrosos e tiverem gente com o rabo preso, o negócio vai ser assim - o Paulistano é o típico exemplo disso, ou não é? Hein, Zé Neto? - Não sei se vc concorda comigo, mas a CBB tem que cuidar das seleções e os clubes dos seus campeonatos, nacionais ou estaduais. Ainda bem que a gente mora em SP, porque aqui o basquete não morre. Eu acho. Até.
Resposta:
Francisco, por favor releia o editorial "Padre e Padrone" para vc ter uma idéia do que os clubes irão ter que enfrentar. Não fique bravo com o Neto pq ele é apenas uma engrenagem do sistema conhecido como Grande Família (GF). Eu me lembro do Neto vibrante e cheio de idéias para melhorar o basquete. Assim é e assim está o nosso basquete: Tem fila de gente esperando para entrar para a GF. Quando alguém como eu continua a pregar os valores do bom basquete a fila da GF se cala para não levar rebarba dos chumbos que eu levo. A única coisa que nos salva é a qualidade técnica de nossos jogadores que sobrevivem a tudo isso e podem nos levar a títulos internacionais nas competições de peso. Mesmo assim, nossos atletas já nos dão clara mostra de descontentamento com o sistema e só não vê quem não quer. Abraços.
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