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PERGUNTE AO MARCEL Retro World Cup Cote d'Ivoire Jerseys At Great Prices Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Closeout World Cup Bosnia Hercegovina Jerseys With Discounts Where To Buy cheap World Cup Ghana Soccer Jerseys Wholesale hot-sale Affordable World Cup Japan Jerseys On sheap Sale Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Super World Cup Croatia Soccer Jerseys Online outlet Store Match Worn World Cup Chile Jerseys with Factory Price Online cheap oakley sunglasses http://www.bposoft.com/
01-10-2005
Pergunta:
Quais fatos importantes ocorreram no basquete nos anos de 1892 e 1893? Em quais competições internacinais o Brasil se consagrou?
Resposta:
Carla, por favor acesse nossa página de links, onde encontrará o que procura. Abraços.
29-09-2005
Pergunta:
quanto em média um jogador de basquete
está gando R$ aqui no brasi
por favor me responda com urgência
Resposta:
Rosenildo, o pessoal fica bravo comigo pq eu não sei responder a essa pergunta. Eu sabia quanto eu ganhava, mas é difícil saber, em média, quanto ganha um jogador. Pa vc quer saber? Curiosidade? Por acaso tem algum patrocínio em vista? Se tiver, é fácil montar um time. Abraços.
29-09-2005
Pergunta:
gostaria de saber quais sao as principais federaçoes,campeonatos,eventos,transmissoes relacionados ao basquetebol no brasil, atualmente
Resposta:
Ronis, por favor acesse nossa página de links, onde encontrará o que procura. Abraços.
28-09-2005
Pergunta:
Marcel, qual a importância da prancheta para o técnico ??? Ela pode virar "muleta" para os técnicos ??? Como compatiblizar seu uso ??? Não seria mais adequado os jogadores terem a liberdade de movimentos no ataque a fim de não fazer com que a defesa memorize jogadas e as antecipe ???
Resposta:
Cássio, a prnacheta é uma muleta. Quanto mais desenvolvido é o técnico, menos ele precisa dela. O Ary Vidal, por exemplo, nem levava a prancheta para a quadra. Aliás, nunca o vi com uma prancheta na mão. É muito mais fácil passar alguns movimentos que todo mundo já sabe do que estudar um sistema de jogo e desenvolvê-lo. Por aqui, então, nem se fale, pq vence quem tem mais "gogó". Só que gogó não ganha o grande jogo. Abraços.
28-09-2005
Pergunta:
Olá Marcel, bem no Brasil não dispomos de um curso de especialização para técnicos de basquete. Alguns anos atrás este curso era oferecido em 2 grandes universidades de São Paulo e não se sei se pelo momento que nosso basquete durante alguns anos viveu (como não ir a 2 Olímpiadas, monopólio falido da CBB em gerir o esporte, falta de recursos a modalidade, etc.) essas universidades deixaram de oferece-lô. Bem, a única forma de se estudar a fundo os conceitos do basquete para ser um grande treinador é: se tornar um "professor de educação física auto-didata em basquetebol" (visto que apesar de ter cursado a disciplina na vida acadêmica, não há tempo hábil para estudá-la a fundo pois o acadêmico tem que também se aplicar em outras disciplinas e não pode apenas se focar no basquete, ir estudar no exterior (principalmente nos EUA, bem mas acho difícil muitos poderem ir pois o $$$ tá curto para todos em nosso país), ou optar estudar educação física em uma universidade no litoral paulista (não há necessidade de citar o nome da universidade)onde a disciplina basquetebol na grade de aulas acadêmicas é considerada um "curso técnico" da modalidade e com aval da FPB (em uma espécie de convênio) habilita o acadêmico depois de formado a ser técnico de basquete. Bem, Marcel aqui fica algumas perguntas, para melhor entender vou enumerá-las e possivelmente outros internautas poderão se questionar:
1) Como criar difusores do basquete (técnicos especializados, mestres, professores, etc.) e porque as universidades brasileiras não criam cursos de Latu Sensu e Scritu Sensu nesta modalidade? Sabendo que existem no Brasil cursos de especialização em futebol (isso é indiscutível pelo nossa cultura nessa modalidade), vôlei, handeboll, tênis (tem universidade oferecendo especialização em Tênis!!!), artes marciais, xadrez (tem universidade dando especialização em xadrez!!!) e muitas outras modalidades - nada contra nenhuma modalidade, mas fica difícil entender como um esporte olímpico não tem cursos acadêmicos.
2)Na sua opinião qual seria a saída para ajudar o país a criar o que chamo de "difusores" do basquete? Workshops com renomados treinadores brasileiros, encontros nacionais, congressos, criar convênios com federações estaduais de basquete para que se habilite professores a serem técnicos de basquete ou até mesmo que se criassem linhas de pesquisa (mestrados, doutorados e iniciações científicas) para uma modalidade que agrega e muito aspectos fisiológicos, biológicos, psíquicos e educacionais?
3)Bem, Marcel, até que ponto a pesquisa e o constante estudo desta modalidade tão nobre pode ajudar o basquete brasileiro?
Grato pela oportunidade
Thiago
Resposta:
Thiago, a resposta é simples: Quem foi o último campeão mundial de futebol? Quem foi o último campeão mundial e olímpico de volei? Quando nós estivermos nesse nível (se a Argentina pode...), seguramente teremos tudo o que vc gostaria que acontecesse com o basquete. Atualmente não temos cursos técnicos por absoluta falta de quorum. Abraços.
28-09-2005
Pergunta:
eu queria saber sobre o historico do basquetebool
Resposta:
Vinicius, por favor acesse nossa página de links, onde encontrará o que procura. Abraços.
27-09-2005
Pergunta:
Gostaria de saber se foi em razão da minha pergunta ou se para mostrar sua resposta que o meu texto abaixo foi publicado novamente, uma vez que não fui eu quem o postou no dia 27/09/05.
Esclareço que foi uma decisão unilateral que fez voltar ao site esta questão.
Minha intenção não foi, e jamais será, de criar polemica.
Acreditava que, uma vez colocada a pergunta e uma vez respondida, o assunto estivesse resolvido.
Realmente não entendi a intenção do site.
Resposta:
Rubens, sua pergunta provocou muita discussão em nosso meio. É claro que, mesmo sem intenção, ela criou grande polêmica, pois foi parar até na Folha de São Paulo! (obrigado, Melk) Ela também criou espaço e motivo para que eu pudesse mais uma vez afirmar meus ideiais e idéias sobre o nosso basquete e, pq não, sobre o grande jogo. Agradeço-lhe por isto e minha intenção foi homenageá-lo com um pouco mais de divulgação e espaço. Hoje o basquete brasileiro já sabe quem é vc. Escreva sempre. Abraços.
27-09-2005
Pergunta:
Sr. Marcel, porque o senhor é tão ARROGANTE, PREPOTENTE, MAL EDUCADO, MAL HUMORADO e outros adjetivos desta natureza, para com os seus leitores??? Voce deve se achar O ÚLTIMO BRIGADEIRO DE FESTINHA DE CRIANÇA. Senão, como explicar as respostas aos leitores, Dileto Junior, de 17/09, mostrando sua prepotência, arrogância e FALTA DE HUMILDADE, ou a resposta para o Robson Alves dos Santos em 16/09, quando voce diz não conhecer o assunto??? Afinal, voce não foi técnico de clube? Não lidou com jogadores profissionais? Não vive do Basquete indiretamente? E diz não saber responder??? isto cheira a má vontade mesmo de sua parte. Sem falar nas respostas ao leitor Nicholas Bello, a última de 13/09, quando voce demonstrou toda sua falta de educação e má vontade para com quem lhe mantém vivo na mídia. Já tinha ouvido falar que voce era INSUPORTÁVEL como técnico, que voce era capaz de acabar com a carreira de jogadores promissores em razão do seu AUTORITARISMO, mas está se saindo bem mesmo é como um cara IMPACIENTE E INSUPORTÁVEL PARA COM SEUS LEITORES. Aproveito para dar uma sugestão aos seus contratantes, que paguem parte do que voce recebe (caso receba algo para ser mal educado com os leitores) para os links que voce indica como base de pesquisa. Entenda, Sr. Marcel, se nós, simples mortais, lhe perguntamos é porque queremos saber a opinião de TÃO NOBRE, INTELIGENTE E CULTA PESSOA. NOS DÊ A ATENÇÃO E O RESPEITO QUE POSSAMOS MERECER DE V.SA. Obrigado pela consideração.
Resposta:
Rubens, quando deixamos de utilizar a linguagem verbal, muita coisa passa desapercebida. A linguagem escrita limita a mente, mas deixa passar muito do inconsciente e da projeção que a pessoa faz de si para o objeto com que lida, no caso seu interlocutor, ou seja, eu mesmo. Tirando o rancor de suas palavras, coisa que não condeno, pois escrevo não o que acho, mas sim o que sinto (pense na diferença destes dois verbos) e sei que o quê afirmo neste espaço é muito longe da mesmice do que a maioria das pessoas dizem quando opinam ou dão um parecer em público. Falar em rodinhas, tomando cafezinho e revolucionando o mundo é muito fácil, dia seguinte temos que pegar o nosso paletozinho e ir à luta. Vendendo, com certeza, nossos sonhos para garantirmos o nosso sustento deixando-os para uma outra ocasião, quem sabe para uma outra vida (se é que vc acredita nisso). É muito difícil acordar pela manhã e ver aquilo que acreditamos ir pelo ralo precocemente. O que nos resta são pedaços de uma memória de felicidade idealizada ainda jovens. A amargura de ser uma pessoa "normal" (de poder, porém normal) nos provoca armadilhas nas quais muitas vezes caímos, sem saber, quando nos deparamos com pessoas que "jogaram para o espaço" as convenções, a politicagem e sentem (ao invés de achar) as situações que a vida nos reserva, sem vacilo. O mundo está cheio de pessoas que quase conseguiuram. Não é culpa sua que a vida "vivida" seja para poucos e essa, no basquete, eu vivi. Vivenciar apenas a periferia dos acontecimentos causa ansiedade para quem a vê e não pode interferir. São espectadores do grande jogo. Aqueles que comentam depois do acontecido e falam: "fôsse eu, faria assim!". Estes nunca terão esta oportunidade, pois o basquete, como a vida, não admite o tempo verbal no passado. Difícil mesmo para a grande maioria é viver o futuro. Reagir já é tempo passado. Antever os tempos e proagir: os que assim o fizeram sempre foram execrados por aqueles que priorizaram seu bem estar às custas de seus sonhos. Percebo que vc não queimou seus navios e está atracado ao porto da óbvia segurança. Eu, ao contrário, nunca tive um porto e a clareza das minhas afirmações podem beirar a falta de educação,mas reflete a preocupação com o entendimento que é sobrepujada pela necessidade de buscar a verdadeira dimensão dos fatos. Volto ao concreto neste ponto para mostrar-lhe que o direito de expressão encontrado em minhas respostas é garantido pelas perguntas geradas pelos meus internautas, que estão neste espaço há mais de três anos. Como disse, respondo o que sinto e sei. Meus leitores parecem estar satisfeitos, pois percebem a clareza de sentimentos em minhas respostas. Aos que desejam informações técnicas, temos o maior acervo de links de todos os sites especializados do país e meus interlocutores só necessitam de um "click" para conseguirem suas respostas. Sobre minha atuação como técnico, sempre levei meus jogadores ao limite de suas capacidades técnicas, físicas e emocionais. Muitos foram incapazes de conhecer seus próprios limites e desistiram de tentar superá-los. A estes mostrei-lhes que o basquete exigia algo mais do que a simples técnica apurada ou o simples gostar de jogar. A ser assim é melhor buscar outro rumo. Tenho orgulho disso. Basquete é muito mais do que diversão. Basquete é muito mais do que ter talento. Basquete exige comprometimento com o grande jogo. Os que "sentiram" esse compromentimento, chegaram. Chegar significa atingir o melhor dentro de sua capacidade. Atingir o máximo dessa capacidade é o objetivo que tenho na vida e o que procurei passar aos meus jogadores. Este processo pode ser doloroso, mas aos que resistem e se superam é um processo glorioso. Uma revelação. Sei muito bem quem sou e estou muito satisfeito com o que conquistei no basquete. Considero-me atualmente como uma pessoa que vive para o basquete e não "do basquete". O basquete atualmente não me é fonte de renda. Para seu conhecimento, este "site" tem um único dono: eu. A manutenção deste é feita com meus próprios recursos. Tenho colaboradores valiosos (Fred, Fábio, Morinho e eventualmente o Bruno) que o fazem apenas e tão somente por afinidade aos meus ideais. Somos poucos, eu sei, mas um um dia vc verá o basquete brasileiro muito melhor do que é atualmente. Abraços.
26-09-2005
Pergunta:
Prezado Marcel, ao ler a " pergunta " de um dos leitores que te chama de " O ÚLTIMO BRIGADEIRO DE FESTINHA DE CRIANÇA " não me contive em risos. Mas resolvi escrever em solidariedade e sua defesa, muito embora vc não precise e muito menos tenha me dado procuração para tal feito. Acompanho com muito entusiasmo todas as seções do seu site e confesso que não concordo com 100% das sua opiniões (esta perto), mas é fácil verificar sua coerência, linha de raciocinio e teses que defende para a melhoria do basquete, dentro e fora das quadras. Na minha modesta opinião qdo ouvimos ou lemos uma opnião sobre um assunto ( no caso nosso querido basquete ) devemos levar em consideração de onde partiu, o que a pessoa construiu e que resultados obteve; e neste caso fica fácil a obervancia dos feitos de cada um. Não quero polemizar, apenas enaltecer seus propósitos neste site e agradecer por abrir um espaço tão democrático e rico em comentários e editoriais. Desculpa se invadi este espaço para dar minha opinião. Mas não quero deixar de fazer uma pergunta também : - Independente dos motivos que fizeram surgir a NLB, vc acha que vai ser positivo termos dois campeonatos nacionais, esta situação ( no meu entender provisória ) vai somar ou dividir forças para o basquete brasileiro ? Abraços.
Resposta:
Guilherme, como sempre disse: eu dou minha cara a tapa com muita tranqüilidade. Mudar a cara do jogo sempre será meu objetivo. Atualmente a gente só vê pálidas sombras daquilo que poderíamos ser. Vc não concorda 100% comigo pq ainda não viu o meu trabalho dentro de campo. Nós só conversamos sobre basquete, sobre como eu encaro o jogo. Vc ainda não viu o dia-a-dia disso. Vc, como um apreciador do grande jogo que é, irá perceber isso no primeiro treinamento que observar. Espero que esse dia aconteça quando eu puder treinar o seu filho, que hj está seguindo sua vida e seu caminho nos EUA. Vc tb deve saber que um armador leva mais tempo para amadurecer e o JG seguramente terá esse tempo por lá. Torço muito para que isso aconteça. Quanto à sua pergunta, acredito eu que dois campeonatos racham o basquete. Talvez isso seja benéfico. O que está em jogo aqui é a insatisfação de grande parte da população basqueira como o "status quo" atual. A NLB é a conseqüência dessa insatisfação. A conciliação tem sempre que vir "de cima", mas parece que a CBB não dá sinais nesse sentido. Sem dúvida alguma é o cisma do basquete. Abraços.
26-09-2005
Pergunta:
1) Quantos jogadores participam de um jogo (titular e reserva)?
2)O que determina o início e o final do jogo?
3)Qual a duração da partida?
4)Quais as "principais" regras do basquete?
5)Quais os quatro últimos campeões do campeonato brasileiro e os quatro últimos do campeonato mundial?
Resposta:
Antonio, vou responder o que sei sem pesquisar: 1) São doze jogadores. 5 titulares e 7 reservas. 2) o árbitro é a autoridade máxima do jogo. 3) O jogo dura 4 períodos de 10 minutos cada. As perguntas 4 e 5 vc deve procurar em um dos sites de nossa página de links. Abraços.
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