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09-10-2003
Pergunta:
Caro amigo Marcel trabalho aqui em Lages como assistente tecnico gostaria de saber se possibilidade de conversarmos para podermos trabalhar juntos algum dia??
ABRAÇOS
BENAME
Resposta:
Bename, claro que sim! Por favor, escreva-me: marcel@databasket.com Abraços.
09-10-2003
Pergunta:
caro Marcel,
vendo o dossiê sportv sobre o pré-olímpico, fiquei revoltado com Oscar e Ary Vidal.
Pra Ary Vidal, faltou tesão. Pra ele, o treinador não teve culpa nenhuma. Pra Oscar, faltou vontade no coração. Em pleno ano de 2003, no auge da preparação científica, pra eles tudo se resume à falta de garra. É triste ver que 2 grandes nomes da história do basquete brasileiro não tenham evoluído. Será que eles acham que tática e treinamento não ganham jogo?
Foi hilário ver a diferença entre os comentários de vcs 3.
É como no futebol. Depois da copa de 70, ficamos mais de 20 anos pregando aquele futebol. É claro que não ganhamos nada, já que isso não cabia mais, por ser totalmente ultrapassado e inviável, já que sob forte marcação, o conjunto e treinamento ganham suma importância.
Mas Oscar e Ary Vidal se agarram àquela brilhante vitória em Indianápolis (há 16 anos)pra justificarem todas suas opiniões. Pelo amor de Deus, essa estória de garra é pra enganar trouxa, de quem não sabe analisar taticamente uma partida. Sei que vc não vai admitir, mas Ary Vidal ganhou o Pan de 87 na cagada. Apostou nos seus arremessos e nos de Oscar. Sem contar que era uma época totalmente diferente. Já Oscar, como vc mesmo já disse, chutava todas, podia errar um monte que ia ser o cestinha. acho que teria de mudar muito para ser um jogador de nível internacional hj em dia, a começar pela marcação.
Parabéns pelo jogador que foi, e por acompanhar a evoluição do esporte com tanto interesse. Isso o transformou no excelente comentarista e técnico que vc é hj.
Continue insistindo no assunto do treinamento, do trabalho e do estudo tático. Contra fatos não há argumentos.
E nem todos os fatos de 16 anos atrás não se aplicam aos dias de hj.
Resposta:
Renato, obrigado pela força. Creio que vc tenha um grande ponto de vista, os quais são válidos e nos fazem pensar. Não concordo com ele (se é que vc me permite) em alguns aspectos: em primeiro lugar devo defender tanto o Oscar como o Ary Vidal, não só por nossas conquistas, mas por conhece-los tão bem a ponto de saber que todos nós, quando tínhamos o privilégio de defender o Brasil, estávamos na vanguarda do basquete mundial. Não fosse assim, não estaríamos regularmente entre os primeiros do mundo de 85 a 92. É só conferir os resultados internacionais obtidos pela nossa seleção neste período. Quando vc está na vanguarda, as características citadas tanto pelo Oscar quanto pelo Ary, são decisivas para as conquistas. Torna-se mais ou menos óbvio entender que, se temos duas equipes de nível técnico e preparo semelhantes, a que apresentar mais "vontade no coração" ou "T" seguramente vence. Às vezes, mesmo quando o nível técnico é inferior, tendo estes atributos é possível vencer o grande jogo. O que nos leva ao Pan de 87 que foi conquistado graças a muita coisa menos ao termo por vc utilizado, o qual discordo radicalmente. Na foi uma aposta nos nossos arremessos, mas sim a interpretação de um avanço técnico (3 pts)o qual apenas o Brasil apresentava dois jogadores com esta caracteristica (inata, por sinal). Realmente o Oscar arremessava todas e eu aquelas que vinham na minha mão, mas para isto tínhamos toda uma equipe voltada a este tipo de jogo, que na época era muito válido, onde todos sabiam o seu papel e ganharam com isto. É claro que, hoje em dia, é impossível conceber dois jogadores fazendo de 60 a 70 arremessos por jogo, mas naqueles tempos foi o que revolucionou o basquete e trouxe a NBA para a FIBA. Isto pode ser tudo menos o tal termo. Vc, infelizmente, também não chegou a nos ver jogar na Europa onde, ao contrário de hoje, somente 2 estrangeiros por equipe podiam atuar e quem não defendia ficava de fora. Esta é a tecla que eu fico batendo, pois um jogador do nível de seleção brasileira não precisava defender no Brasil e por isto ninguém acredita que a gente, além dos pontos, tinha que marcar para defender a nossa vaga dentro do time senão vinha um norte-americano e "bye bye" Europa. Obviamente o jogo, nestes 16 anos, mudou muito, mas depois do treinamento apropriado, aspectos emocionais ainda são válidos, bem como o fato que jogador da seleção brasileira ser muito superior aos demais nos nossos campeonatos. É só comparar as atuações do Demétrius (gosto muito dele) no Paulistão e no Pré-Olímpico para nos convencermos deste fato. Como vc bem disse, contra fatos não ha argumentos. Agradeço novamente a vc pela força e repito que as suas observações foram muito pertinentes e merecem todo o respeito. Eu é que sou um pouco chato mesmo. Abraços.
09-10-2003
Pergunta:
Oi Marcel, sou estudante de E.Fisica da FMU e estou desenvolvendo um trabalho sobre as funções,tipos de treinamentos e biotipos dos Alas, Pivos e Armadores.
Como você poderia me ajudar? Caso haja alguma indicação de literatura ou site eu agradeço imensamente.
Alvaro
Resposta:
Álvaro, claro que poderia. Por favor, escreva para marcelbasket@databasket.com e iremos conversar a respeito. Abraços.
08-10-2003
Pergunta:
E aí xará, tudo beleza. Vou tentar ser o mais breve possível, mas já adianto não vai ser fácil, pois tenho muito o que falar pra ti e pro pessoal do Data Basket. Vamos dividir em tópicos:

1)Jogador de basquete na infância chamado Marcel.

Hoje tenho trinta anos o que significa dizer que na infância assistia aos jogos pela Globo depois da novela das 10 e me tornei automaticamente um fã teu por causa do mesmo nome. Mas apreciava muito toda aquela equipe do Oscar do Nilo do Gérson do Israel, em fim esse era um timasso que não tinha Argentina que desse conta. Que tempo bom hein? Basquete na TV aberta. Hoje eles passam na TV a cabo e mesmo assim só a metade dos jogos, pois é naquele amistoso contra o Uruguai, agora a pouco, a Sport TV ficou passando decisão por pênaltis entre México e Colômbia pelo PAN, e só deu pra ver o segundo tempo. Tu bem falaste que pra nós não interessa se é o Guga ou, sei lá que seja jogo da seleção Canarinho, nós preferimos o basquete assim como os torcedores do timão e do colorado são fanáticos por suas cores. Mas voltando a infância eu comecei na escolinha do time da Funba lá em Bagé - já tivesse lá com o Corinthians de Santa Cruz não? Pois é naquele tempo tinha time lá. Joguei dez anos e não vinguei como um jogador que pudesse almejar algo mais do que diversão, mas esse tempo jogando e me dedicando ao basquete me fez um critico aguçado principalmente da nossa seleção. Antes de entrar no mérito, é preciso dizer que parei de jogar por aproximadamente 10 anos e há mais de um ano voltei com tudo às peladas nas quadras da Redenção, do Marinha e do Tesourinha aqui em POA, como é divertido não?

2) Seleção meia boca.

Eu como a maioria dos torcedores de basquete brasileiros era só esperança antes do pré-olímpico, mas o time ficou muito aquém do que todo mundo esperava, inclusive nossos adversários. Bom isso foi com certeza algo desanimador, pior do que isso foi a explicação do Lula ? olha que eu penso que ele é um bom técnico e que merece crédito ainda. Mas dizer que mais da metade dos objetivos foram atingidos e que o Brasil recuperou a hegemonia do continente por ter vencido o time B da Argentina, por favor, ele devia pensar na torcida (e olha que o basquete do Brasil tem torcedor de norte a sul) antes de dizer uma asneira dessas. Os argentinos tão rindo até agora.

Para mim os principais problemas do Brasil no pré-olímpico foram: primeiro a total falta de atitude da comissão diante do fracasso individual de alguns jogadores. Acho que ele vacilou em não botar o Leandrinho de titular desde o início e entrosá-lo com o restante do time, pois pra mim tá claro que o time do PAN e do Sulamericano não tinha chance. Ao invés disso ele insistia naquele rodízio: sai jogando esses cinco, no segundo quarto entra Leandrinho e Spliter e assim por diante, dava a impressão de já ter tudo arranjado tão previsível quanto o jogo do Marcelinho. Faltou ele dar uma de Felipão e colocar quem tava melhor pra jogar, em fim mexer na estrutura da equipe. Tipo assim, perdeu pra Argentina, quem foi mal? Bom então sai jogando o Alex contra o Canadá.

O outro problema foi o Marcelinho, não só por ter fracassado com números ridículos de aproveitamento no ataque, mas por, mesmo assim, continuar com um prestígio que nem o Jordan tinha junto a comissão técnica. Olha não tem nada de pessoal só estatístico e de observação dos jogos. Minha tese é a seguinte: se não tivéssemos levado o Marcelinho hoje estaríamos em Atenas. É isso mesmo, comprometeu toda a campanha não só pela insistência nos erráticos arremessos ? como pode ser tão arrogante e continuar insistindo naquela jogada. Aí o problema é que ele só sabe fazer isso no ataque, parece o caso do jogador que para esconder os defeitos insiste em suas ?virtudes?. Esse é o problema do Machado, ele é totalmente previsível no ataque, só tem o jump, ou me diz quando tu viste ele infiltrar que nem o Ginóbili? Mas o problema maior é na defesa, é o típico jogador que joga pra torcida. O rebote tá em disputa no nosso garrafão e ele já cruzou a quadra na esperança de fazer a bandeja lá na frente. Isso tendo 2 metros. E a moleza com que marca o adversário, quantas vezes ouvi o Bira Belo dizer com a sua elegância característica: olha a facilidade que o jogador X passou pelo Marcelinho. Aí fica ruim né, vamos ganhar de quem? Dos universitários e da República Domenicana. Olha eu sei que não é culpa do Marcelinho, ele pertence a um outro nível de jogador, não está no patamar do Ginóbili e do Noscione, por exemplo. Quando ele entra na quadra acredito que a vontade dele seja ajudar a equipe ao máximo, metendo tudo de três pontos. Só que isso só dá certo na segundona italiana e contra o Uruguai e a Domenicana. Precisamos urgentemente renovar os nossos alas, pois o Guilherme e o Renato me parecem melhores mas não muito. Acho que aí é mais uma questão filosófica que temos que compreender. Temos que estar cientes que para ganhar é preciso suar mais a camiseta e que não vamos ganhar os jogos só no nosso ?maravilhoso? arremesso de três pontos, que mesmo na época em que a bola entrava e os jogos passavam depois da novela das 10 não era o suficiente para nos dar títulos (a não ser em Indianápolis ? o que já foi excelente, justiça seja feita). Para ganharmos os jogos de gala temos que ter mais rebote, mais marcação, mais arremessos curtos dos pivôs (lembra do Gérson ? por que o Bambu foi cortado??), enterrar sempre que possível (não é possível que o Marcelinho o Anderson e o Guilherme não enterrem e atirem a bola na tabela ? contra o Canadá foi um festival de bandejas perdidas) e, além disso, temos que jogar para a equipe e esquecer nossos egos.

Era isso, para finalizar gostaria de dizer que li quase todos os editoriais gostei muito e acho que eles deveriam ser mais freqüentes. Quanto ao sistema dos triângulos acho que seria bem vindo para uma nova filosofia na seleção, o que não podemos é jogar como jogamos no pré. Esse é o recado de um torcedor fanático pelo basquete e pela seleção, um abraço...
Resposta:
Marcel, agradeço a força e o recado. Tenho por hábito chamar os meus "xarás" de Júnior, pois a grande maioria leva o meu nome devido a uma homenagem de seus pais aos meus anos de atividade como jogador. Não sei se este é o seu caso, mas de qualquer maneira passo a chama-lo de Júnior. Pois bem, Júnior: não concordo com o termo "meia boca" pois este indica que todos os que lá estiveram não deram o melhor de si para a conquista dos objetivos propostos. Bato sempre na tecla do treinamento apropriado, mas a não execução deste está muito longe de significar que o treinamento não foi realizado. "Meia boca" me dá a impressão de um treinamento feito no "relaxo" o que definitivamente não ocorreu. Quanto as suas observações técnicas, posso lhe garantir que tudo passa pela falta do treinamento apropriado, fato este que aparece apenas quando a nossa seleção depara-se diante de grandes compromissos internacionais, aos quais eu chamo de grande jogo. Nesta temporada tivemos três grandes jogos: Argentina, Canadá e Porto Rico, decisivos ao encontro do grande objetivo olímpico (EUA e México obviamente não contam). Em todos eles fomos reprovados, pois mostramos as mesmas falhas do passado (ataque previsível e defesa ineficaz nas rotações) e regularmente não conseguimos a vitória. É claro que obtivemos progresso ao trazer de volta a nossa transição ofensiva, mas nos grandes jogos ela simplesmente desaparece e o que impera é o jogo armado com vantagem a quem utiliza melhor o 1 contra 1 e o conseqüente passe desmarcante. Nominar este ou aquele jogador é tirar a responsabilidade de quem deveria orienta-los a não arremessar fora de hora e principalmente a não treina-los apropriadamente. Isto, insisto, está muito longe do "meia boca" por vc proposto. Quanto a convocar e escalar os jogadores, bem como a escolher o sistema de jogo, este é um direito sacrossanto da CT e do "treinador-chefe" ao qual devemos respeitar. Aliás, o nosso treinador assumiu a responsabilidade pelo resultado, o que foi louvável. Já o ST seria, sem dúvida, uma grande ferramenta para a nossa seleção, pois permite que talento, a criatividade e o instinto para o jogo do atleta brasileiro sejam evidenciados no seu mais alto grau. Infelizmente não sei se estes teriam disponibilidade emocional para abandonarem seus sonhos pessoais em benefício do trabalho de equipe e sucesso coletivo, que é, no final, o único caminho para tornar os sonhos de todos em realidade. Abraços.
08-10-2003
Pergunta:
Caro Marcel; O que vc está achando do campeonato paulista? Tem acompanhado? Assisti o jogo de Franca contra Limeira e achei que ambas equipes erraram muito e também um ataque muito previsível. Não está na hora de mudarmos um pouco o "estilo" de jogo? Marcel um colega me contou uma estória e gostaria que vc confirmasse. Certa feita um famoso político de São Paulo em visita a um hospital público e cruzou com um jovem médico de mais ou menos 2 metros de altura e disse a ele: Você já pensou em jogar basquete? o tal médico já havia sido 3º colocado no campeonato mundial e 1978, fazendo a cesta da vitoria contra a Itália no ultimo segundo. É verdade essa estória ou é uma história mesmo? Abraços!!!!!
Resposta:
Antonio, o Paulistão está muito disputado e deve melhorar ainda mais daqui para a frente. A história contada pelo seu colega é quase toda verdade. Apenas a pergunta do político foi: "Pela altura, vc deve ser jogador de basquete, não é?". Abraços.
08-10-2003
Pergunta:
Olá Marcel... eu e meus amigos de Canas-SP gostaríamos de saber como conseguimos notícias do Alex no SPURS, estamos curiosos, e outra coisa estamos pretendendo realizar o torneiro de trios em minha cidade e estamos indecisos sobre a forma de montar as equipes.... vc tem alguma sujestão ou algum exemplo que possamos seguir? Obrigado mais uma vez!!
Resposta:
Luiz Fernando, as notícias sobre o Alex vc encontrará no Databasket, pois estamos em contato com ele quase todos os dias para saber das novidades. Quanto aos trios, tudo irá depender do número de inscritos. Se forem poucos vc poderá fazer o sistema de dupla eliminação, ou seja, para sair do campeonato o trio deverá perder 2 partidas. Abraços
07-10-2003
Pergunta:
Olá e um grande prazer estar partcipando deste bate papo com todos vcs, minha pergunta e seguinte, como faço para aumentar minha impulsão já que estou com 32 anos estou sentindo que não pulo como antes?
Resposta:
José Maria, infelizmente não é possível aumentar a impulsão após uma certa idade. Meu conselho é que vc continue treinando para retardar este processo. Abraços.
07-10-2003
Pergunta:
olá Marcel.... seu site tá maravilhoso!!!! bom, já estou sabendo que o sul americano do ano que vem será aqui no Brasil.... onde exatamente serão realizados os jogos??? gosto muito de acompanhar os jogos da seleção masculina, quero me programar para ir.... muito obrigada pela atenção.... um grande abraço.... fique com Deus
Resposta:
Maria Luisa, obrigado pela força. Creio que ainda não tenhamos o local definido, mas muito provavelmente a competição acontecerá no Rio de Janeiro. Abraços.
07-10-2003
Pergunta:
quando comeca e sai a tabela da liga nacional feminina de baquete?
Resposta:
Mauricio, o CNBF deverá começar no final de outubro. Abraços.
07-10-2003
Pergunta:
quanto se inicia a partida
duracao da partida?
medidas da quadra?
arremeso lateral?
puntuacao e o valor de cada cesta?
Resposta:
Michelly, creio que o site www.cbb.com.br na página "Perguntas Freqüentes" tem as respostas que vc procura. Abraços.
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