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PERGUNTE AO MARCEL Retro World Cup Cote d'Ivoire Jerseys At Great Prices Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Closeout World Cup Bosnia Hercegovina Jerseys With Discounts Where To Buy cheap World Cup Ghana Soccer Jerseys Wholesale hot-sale Affordable World Cup Japan Jerseys On sheap Sale Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Super World Cup Croatia Soccer Jerseys Online outlet Store Match Worn World Cup Chile Jerseys with Factory Price Online cheap oakley sunglasses http://www.bposoft.com/
27-11-2002
Pergunta:
Nao sei quem foi pior: o Grego ou quem estava selecionando as perguntas do lance. Em vez de fazerem um debate aberto, onde todos pudessem conversar com o candidato a reeleiçao Grego, o pessoal do Lancenet! preferiu selecionar algumas perguntas, as mais ´´´leves´´´e enviar ao Grego, mas mesmo assim ele continuou com aquele discurso de que o basquete brasileiro esta muito bom, que estamos trabalhando... que as portas estao abertas... E eu que mandei várias perguntas, pedindo algumas explicaçoes e fazendo algumas perguntas, nao obitive nenhuma resposta, pois das 2:30 até as 3:30 nao publicaram nenhuma pergunta minha, eu achop que eles nao queriam que alguem fosse indelicado como Grego... Bola fora pro Lance... Espero que no próximo debate seja diferente e que no próximo debate da Espn Brasil os assinantes possam estar presentes...
Engraçado né sr. José Medalha, com a vaga da Copa quase assegurada para o Campos, abre mias uma vaga pro Rio, pro Vasco, que tem como técnico Hélio Rubens,técnico da seleçao a meia década, sem nenhum resultado expressivo, que nao pode ter a imagem suja, pois é uma vergonha um técnico da seleçao nao levar seu time nem pra fase final de um Campeonato fraco como o Carioca... é, essa é a piada em que se encontra o baquete brasileiro... Se o vasco nao se classificar pro Brasileiro é capaz de ter virada de mesa...
Abraços
Resposta:
Francisco, se vc tivesse participado "do lado de lá" e um chat, já saberia que respondemos somente o que desejamos responder. De outra maneira seria um desastre, pois as perguntas são de um nível que eu vou te contar. Nós acabamos com as perguntas diretas no "Tribuna Livre", que já não é mais livre, justamente por causa desses incautos, que não sabem ou não querem manter o nível do debate. Só me faltava vc achar que é culpa do HR a suposta não classificação do Vasco para as finais. Então vc dá razão aos que pregam as vitórias e os títulos como determinantes para a definição de um bom treinador? Coloca o Schumacher na BAR e vê se ele ganha 5 mundiais. Abraços.
27-11-2002
Pergunta:
Marcel, o que vc acha da promoção do COC-Riberão, lanche de graça se o time fizer mais de cem pontos, isso além de estimular o esporte eh um belo atrativo para a torcida, naum consigo ver nada ruim com relação a esta promoção que deveria tentar ser copiada por outros times, além disso como os jogadores jogam "pressionados" pelo placar eles tendem a naum perder o ritmo, isso pode ser um fator de desequilibrio nas finais para o COC já que está mais acostumado a jogar com faltas e contraques no final do jogo etc etc ..., gostaria de saber sua opinião a respeito do assunto? abraço
Resposta:
Cássio, eu acho ótima, desde que se mantenha a integridade física dos jogadores e o respeito aos adversários, que não foram lá para apreciarem o gostoso Big Mac. Abraços.
26-11-2002
Pergunta:
Caro Amigo Marcel
Ainda não ouvi ou li a sua opinião a respeito da artimanha da CBB com respeito a Copa Sul e agora Copa Brasil privilegiando a participaçào da equipe de Campos, com vantagens no regulamento. Parece que muita gente desconhece o assunto, cuja vantagem pode dar mais uma vaga para o Rio de Janeiro no próximo campeonato nacional, facilitando assim as coisas para as equipes cariocas, incluindo o Vasco da Gama é claro. O que vc acha disso?
Um abraço
Jose Medalha
Resposta:
Caro Professor Medalha, em primeiro lugar é um prazer te-lo nesse espaço. Pessoas com o seu conhecimento do jogo só engrandecem o Databasket. Obrigado. Respondendo à sua pergunta, costumo limitar meus comentários a questões de cunho técnico, de preferência. Acredito que, a partir do momento que voltarmos a apresentar o nível de jogo a que estávamos acostumados, as questões políticas ganharão nova dimensão. Entretanto, a Copa Brasil parece adotar critérios das federações estaduais para indicar seus participantes. O campeão do Torneio Novo Milênio, em SP, é um dos classificados para a Copa Sul, por exemplo. O Rio de Janeiro sempre indicou uma equipe que havia disputado o CNBM e não creio que eles imaginassem, quando da indicação, que o favorecido poderia ser o Vasco da Gama. Acredito que vc também esteja falando sobre os critérios para a escolha das sedes dos jogos, mas o artigo 42 do regulamento, publicado no início de 2002 (site CBB), reza o seguinte: "Para definição das sedes, em qualquer das fases, levar-se-á em conta o indice financeiro, administrativo e técnico". Obviamente é um critério político, como tudo nessa vida. Minha opinião é que não podemos deixar que uma equipe participe do CNBM sem apresentar nível técnico para tal e que também não podemos permitir apenas o nível técnico como sendo preponderante, esquecendo-nos dos centros em desenvolvimento, pois o campeonato se transformaria num torneio regional. Fosse consultado, eu proporia que os campeões das copas estivessem automaticamente classificados para o CNBM, com a ressalva de que seus jogadores não pudessem participar da competição nacional por uma outra equipe. Essa manobra valorizaria as disputas pelas Copas e forçaria as equipes a se manterem atuantes por mais do que alguns meses, fato comum nos centros em desenvolvimento. O campeão da última edição do CNBM também estaria automaticamente classificado. Teríamos portanto 5 equipes previamente classificadas (mais abaixo vc verá que estas podem ser 6). Como comporíamos o restante das equipes? Fico com o índice técnico. Vc sabe muito bem que, nos EUA todos os campeões das conferências estão classificados para as finais da NCAA, que têm 64 times. Lá me parece (corrija-me se estiver errado) que são 32 conferências na Divisão I. As outras 32 vagas ficam para o indíce técnico, onde uma comissão de notáveis decide, baseados em recordes, tradição e retorno financeiro para a competição, quais serão essas universidades. A Big 10 Conference, que vc conhece como ninguém, sempre tem mais equipes, além do seu campeão, nas finais. Isto também ocorre com a ACC, a Big East, a Pac 10 e as escolas independentes, entre outras. Uma atitude semelhante no Brasil evitaria, por exemplo, que uma equipe do CNBM terminasse a competição sem vitórias em detrimento de outras que desenvolvem talentos anos a fio, para ve-los "fagocitados" por outras equipes, cuja classificação praticamente caiu no seu colo. As que porventura não conseguissem participar do CNBM poderiam competir numa espécie de segunda divisão aos moldes da série B2 italiana, onde as equipes são divididas de acordo com a região geográfica em que se encontram, para posteriromente disputarem uma grande final. O campeão da nossa segunda divisão estaria classificado para disputar as finais da Copa Brasil e também estaria no CNBM caso a vencesse. Portanto teríamos várias maneiras de participarmos do CNBM: ser campeão da edição anterior, vencer uma Copa (Sul, Nordeste, Centro-Oeste ou Norte), vencer a Copa Brasil ou pelo indíce técnico. Sei que essas mudanças acarretariam em inúmeras manobras, tanto políticas como para contorna-las no regulamento, mas se contarmos com a boa vontade e o desejo de vermos um futuro melhor para as nossas competições internas, minhas sinceras sugestões seriam um grande passo. Grande abraço.
25-11-2002
Pergunta:
Olá, Marcel apenas um comentário sobre tudo isto que está acontecendo com nosso Basquete, não sei o que o sr.HR pensa, querendo esperar tanto tempo para a tal renovação do basquete brasileiro, sendo que temos a resposta e já sabemos como temos que trabalhar para nos igualarmos as grandes potências mundiais, se fomos analizar, apenas ele ficou satisfeito com os resultados lá em Indianápolis. Sabe Marcel, acho que ele está querendo apenas se alto promover não sei do que e com certeza promover seu filho, porque ele sabe muito bem que longe do comando da seleção o filho dele não tem a mínima chance de jogar lá, nós vimos no mundial o comportamento ridículo que ele teve, mas eu não quero só criticalos não, pois ao contrário da seleção nos clubes onde eles fazem parte, são ótimos profissionais.
Mudando o assunto...Marcel gostaria de saber se você ou seus auxiliares e reportes, que fazem parte do databasket, saberiam me dizer quanto um jogador em média, recebe de seus clubes para jogar, sabe que estou dizendo de clubes que disputam nivel nacional e clubes que estão ali na briga para disputar.Abraços Alex...
Resposta:
Alex, não saberia lhe informar exatamente a quantia percebida pelos jogadores, mas seguramente estas refletem o nível do nosso basquete. Já disse várias vezes que o espelho do basquete brasileiro é a sua seleção nacional. Se esta vai bem, todos irão melhor. Se os resultados dos últimos 6 anos fossem mais expressivos, com certeza o basquete praticado no Brasil estaria financeiramente mais saudável. Abraços.
25-11-2002
Pergunta:
DR. Marcel:

Vendo os números do Nenê e posteriormente fazendo uma modesta análise, penso que ele está sofrendo maiores problemas de adaptação no ataque, pois os times brasileiros não mandam bolas para os pivôs quando esses estão posicionados de costas para a tabela. Gostaria de saber pq os armadores brasileiros não aproveitam os pivôs, pelo que vejo nos jogos, apenas o Valtinho e o Leandrinho passam a bola para baixo. Como o Nenê nunca jogou com eles e sim com o péssimo Helinho, que não passa a bola para os pivôs nem por decreto, penso que ele irá sofrer um pouco até se adaptar. Obrigado pela atenção.
Resposta:
Rdorigo, analisar o desempenho de qualquer jogador apenas pelos frios números estatísticos é muito arriscado. Quando então o jogador é um pivô como o Nenê, a tarefa é perigosa. Ainda não tivemos de ver o brasileiro em ação na NBA, mas o seu tempo de jogo é um indicativo de que ele efetivamente faz parte do rol de jogadores atuantes no Nuggets. Os times brasileiros não serve os pivôs porque a função principal dos mesmos em certos sistemas(?) é a de fazer corta-luz para os jogadores externos. Para pontuarem, os pivôs brasileiros utilizam-se do rebote ofensivo, do contra-ataque e dos arremessos que "sobram" quando a situação aperta. Estes últimos são sempre realizados com os pivôs já posicionados de frente para a cesta. As bolas que nossos pivôs recebem de jogadores como Valtinho ou Leandrinho são assistências, que por definição são passes desmarcantes, ou seja, quem os recebe tem apenas o trabalho de colocar a bola na cesta. Não acredito que o Helinho seja péssimo. No meu modo de ver, o Nenê está se adaptando mais rápido do que o previsto. Disponha.
25-11-2002
Pergunta:
Ola Marcel, é, eu percebi que haviam feito uma grande confusao na entrevista quando eu li, ontem, na Folha de Sao Paulo a entrevista com o Miguel Angelo da Luz, falando da supercomissao técnica. Vc acha que HR e sua comissao continua? Qual é a relacao de HR com Miguel, eles se dao bem ? Vc acredita que mais alguem componha essa comissao? Eu sei que é dificl pra vc falar,e ate entendo se vc nao quiser responder, mas na sua opiniao quem sao os melhores tecnicos do Brasil? Obrigado pela explicacao da nomenclatura, Marcel, ha realmente algum bom pivo na posicao 5 do Brasil,ja que venho percebendo q com excecao do Sandro, todos os outros ´´pivos´´ na verdade teriam q jogar na posicao 4, Nene, Luis Fernando e Baby(?) ou na 3 Anderson e Splitter? Ah, ja ia me esquecendo, voce lembra quando a Uniara jogou contra o COC que eu te falei dou Edu, que ele parecia com o Jorginho, marcava muito forte, estilo de jogador americano, vc assistiu o jogo da Uniara conta o Bauru? O que achou da Uniara e do Edu ? E o Ajax e o Flamengo, meu italiano como te falei é péssimo, mas pelo que eu vi eles deram vexame lá,ou nao? Abracos
Resposta:
Francisco, antes de qualquer cometário sobre CTs será preciso saber a orientação da CBB. Não podemos sair criticando ou elogiando sem sabermos o que irá acontecer. Por enquanto está tudo muito no ar. Aguardemos. Quanto ao cincão, não acredito que o Sandro seja um deles. Suas características de jogo o colocam na posição número 4. É claro que estamos falando de grandes competições internacionais (Mundiais e Pré-Olímpicos). Para mim, o último pivô número 5, que jogou na seleção brasileira foi o Israel. O Baby poderá se tornar o próximo. Não assisti ao jogo, mas fui informado que o Edú arrebentou. A Uniara é uma das melhores equipes desse Paulistão. Completa, é favorita. Ajax e Flamengo constataram "in loco" a força do basquete europeu. Não creio que tenha sido um vexame. Abraços.
25-11-2002
Pergunta:
Curto muito basquete e gostaria de comprar umas camisas, tipo a do Tracy MacGrady(Sou torcedor do Magic) e do Nene!!!!! Mas não encontro véio, vc conseguiu achar essas jersey em algum lugar?
Resposta:
Witiney, vc encontrará a camisa do T-Mac somente nos EUA, já a do Nenê será comercializada no Brasil dentro em breve. Procure nas lojas de esportes.
25-11-2002
Pergunta:
Marcel, me desculpe pelo mal-entendido. Quando falei "o basquete por aqui ainda rasteja", estava falando do basquete aqui do PARÁ que mesmo com a falta de INCENTIVOS e INFRA-ESTRUTURA(treina-se com 5 bolas e três vezes por semana apenas)através do Remo ainda conseguiu conquistar heroicamente o título da copa norte. Logo seria quase imposível contratarem um, se Deus quiser,futuro preparador físico. Talvez no futebol haja mais campo por aqui (PARÁ). Me desculpe novamente.
Resposta:
Fernando, tudo bem. Também não me leve a mal. Eu estou apenas defendendo as minhas convicções. A experiência que tive na Copa Norte contra o Remo me indica que o basquete do Pará está em evolução. Quem entrar no barco seguramente terá sucesso. Não desista antes de começar.
25-11-2002
Pergunta:
Marcel, li a sua resposta ao Antônio Carvalho, sobre a diferença de treinamento entre Iugoslávia e Brasil. Vc citou a clínica do Obradovic, que não foi nada de tão assustadoramente revelador. Como vc respondeu, a diferença é no "como", e não no "o que" se treina. Pergunto então: se o que treinamos está correto, "como" não treinamos? Vc sempre diz que o Brasil treina errado - os resulatdos falam por si - , então como seria, em detalhes, treinar certo?
Com relação ao seu editorial, o basquete brasileiro não merece mesmo. Continuo torcendo por vc, embora tenha passado a achar que passaremos mais raiva no Pré-Olímpico e seguintes campeonatos. Tomara que, literalmente, dêem sorte. Estou esperando sua resposta ao outro e-mail que te mandei. Um abraço.
Resposta:
Francisco, não consigo abrir o arquivo anexado do seu outro e-mail. Não disse que tudo o que treinamos esteja correto. Disse que quase tudo o que o Obradovic mostrou já era do conhecimento dos que ali estavam. É muito difícil lhe explicar nesse espaço como se deve treinar. Eu também não sou a última palavra em treinamento, pois cada um pode ter a sua opinião e estamos todos aprendendo. Quando eu voltar a treinar uma equipe, irei convida-lo a assistir um de meus treinos, para depois discutirmos alguns aspectos do treinamento de uma equipe de basquete. Tenho muita esperança que, de alguma forma, eu possa influenciar o treinamento da seleção brasileira que irá ao pré-olímpico e acredito de verdade na classificação do Brasil para as próximas Olimpíadas. Abraços.
24-11-2002
Pergunta:
Parabéns Marcel, vc demonstrou, através de argumentos fortes e concisos, que esse cidadão não reúne condições psicológicas e, muito menos, técnicas de dirigir a seleção.Se ele realmente não for mais o técnico,temo muito que a escolha do Grego recaia sobre um de seus(HR)fantoches. Desculpe-me se me excidi!
Caso vc dirija alguma equipe no próximo CNMB- espero que aconteça,daria tempo de vc implantar o seu sistema de jogo- que me parece totalmente novo por aqui?
Marcel, ficaria muito feliz se vc me ajudasse em outra questão. Irei prestar vestibular no final do ano e gostaria de trabalhar em alguma coisa ligada à preparação física - em times de futebol principalmente, já que o basquete, infelizmente, ainda rasteja por aqui. Então gostaria de saber que caminhos deveria seguir (cursar ed. física em especializar em algum ramo que envolva preparação física)? Por favor me esclareça.
Resposta:
Fernando, creio que vc tenha se excedido um pouquinho, mas o que vale é a intenção. O meu único objetivo é mudar a cara do basquete brasileiro. Se para isso terei que lutar muitos anos ou dirigir muitos times, não importa. O meu sistema de jogo está dentro de todos os jogadores de basquete do Brasil. O objetivo é fazer com que eles descubram o potencial que já existe dentro deles. O caminho não é fácil, mas compensa. Creio que o curso de Educação Física seja muito importante. Depois vc poderia fazer uma especialização em treinamento esportivo. Não concordo que o basquete rasteje. Se estou nessa briga toda é porque acredito no meu esporte.
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