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17-10-2002
Pergunta:
Caro Marcel
Primeiramente gostaria de saber quando o Melchiades assina sua coluna sobre basquete para que eu como caioca e amante do jogo possa acompanha-la daqui da minha cidade.
Logicamente como amo o basquete sou um assiduo frequentador dos sites americanos e europeus. Já vi algumas fotos do nene e do jefferson e o crescimento sinceramente é algo espantoso. Realmente nao é possivel que nossos jogadores tenham que sair do nosso pais para evoluirem tecnicamente, taticamente, e principalmente fisicamente. Me lembro do dia do draft quando o vi subindo e sambando no Palco ( ainda como jogador do NY) me espantei e comentei com amigos: "ele tá um cavalo, muito forte, o que será que aconteceu?".
E essa hegemonia Argentina no continente é muito inaceitável nao pelo quesito rivalidade, por que sou fa dos argentinos pela sua vontade e tesao com que se dedicam à tudo , mas apenas e entao somente pelo simples motivo que nas categorias de base ginobili, nocioni, oberto, paladino entre outros perdiam para os nossos meninos. O que ocorre?
Nao acredito que HR tenha "etragado nossos jogadores mas alguma coisa específica aconteceu. E o caso do jefferson é ainda mais estranho já que ao vermos ingressando na equipe tricampea da NBA e nao ter participado da equipe brasileira no mundial é algo fantástico...
Pelo visto assim como eu voce nao gosta de comparar os esportes, já que na minha opiniao tirante o futebol nosso país vive de ciclos volei, basquete, tenis, natacao e etc. mas que em 2 anos o Bernardinho venceu tudo no Volei e em 5 anos de carta branca o HR nao venceu nada e nao conquistou nada é realmente estranho nao acha?
Essa coluna do seu site "ponto de vista"só escrevem pessoas do meio?
Abracos Fábio Balassiano
Resposta:
Fábio, o Melchíades assina a sua coluna nas terças-feiras. Seus comentários são muito apropriados. O jogador de basquete brasileiro é muito bom e talentoso, especialmente nas categorias de base, quando todos os atletas estão se desenvolvendo e quem tem mais talento prevalece. Eu costumo chamar esta superioridade de reserva técnica e isto explica porque vencemos a Iuguslávia de Bodiroga no Mundial Juvenil. Quando estes atletas chegam à plenitude física, começa a prevalecer o treinamento específico para o jogo e, infelizmente, o mundo treina diferente da gente. Em nosso continente ainda conseguimos ter algum sucesso, mas nas grandes competições (Mundial e Olimpíada) esta falta de treinamento específico aparece e os resultados não acontecem. Fica a impressão de que os jogadores de outros países têm mais mais vontade e raça que os nossos, mas isso não representa a verdade, pois nossos atletas levam o handicap da falta de treinamento adequado para essas competições. Quanto ao "Ponto de Vista" creio que vc queira escrever suas opiniões no Databasket. Acredito que vc fez por merecer essa oportunidade. Se desejar, mande-me um e-mail com suas impressões e nós a publicaremos.
17-10-2002
Pergunta:
O que é o basquetebol?
Resposta:
Alexsandra, aprendi com minha mãe que basquete é um jogo coletivo que consiste em fazer o maior número de cestas possível e não permitir que o adversário faça o mesmo. Simples, não é?
17-10-2002
Pergunta:
Marcel, quando assisti ao debate na ESPN, fiquei realmente espantado com as respostas de HR. Como vc comentou em uma de suas respostas, ele leva as críticas para o lado pessoal e realmente se acha o "Sr. Sabe Tudo". Mesmo assim, tenho fé de que essa comissão não durará muito tempo. Pessoalmente, acho que estão levando tanta paulada que a CBB será praticamente obrigada a mudar. Quando citei o volei na minha última pergunta, quis lhe perguntar se vc acha que a organização do volei no Brasil está muito a frente da do basquete e o quanto isso influi ou influiu nos desempenhos de nossas seleções. O que vc pensa sobre isso?
Quanto às categorias de base, quis lhe perguntar se vc não acha que elas são mal organizadas e mal preparadas, haja visto que a seleção juvenil brasileira nem se qualificou para o MUndial da categoria por causa da campanha pífia do Sul-Americano, consequencia de uma falta de planejamento, falta de comando - nomearam o Alberto Bial, que como bem disse o Melchiades Filho, sempre foi mais conhecido por ser um motivador do que um grande conhecedor do jogo, em cima da hora, e uma série de outros problemas. Não falta atenção e programaçao para as seleções de base? Pelo que ouvi, a Argentina começou por aí, o que demonstra o fato de seus jogadores principais serem relativamente jovens e estarem de acordo com a faixa etária de consecuçao de resultados relacionada pelo prof. Alexandre Moreira e a dos brasileiros não, batendo de frente com a tão pregada renovação. Seria por aí mesmo? Abraço.














Resposta:
Francisco, HR praticamente ignorou minhas críticas técnicas e tentou desqualificar-me como uma pessoa que, de qualquer maneira, deu sua contribuição pessoal para o basquete. Não me atingiu, pois sei quem sou e estou direcionado, não no propósito de "derrubar" HR, mas no de tentar melhorar o nosso esporte. HR parece não aceitar críticas ao seu trabalho, mas os resultados obtidos pela seleção brasileira nesses últimos 6 anos nos permitem faze-las. Insisto que prefiro não falar sobre outros esportes. Quanto ao trabalho desenvolvido nas categorias menores, volto a tocar no aspecto do treinamento. Desde a mais tenra idade, nossos atletas e seus treinadores são forçados a vencer e não a aprender ou a ensinar a jogar basquete. Isto provoca uma falta de treinamento nas habilidades básicas muito grande, pois desde o mini aproveitamos o desenvolvimento precoce de poucos em detrimento do ensino do jogo. Para os que iniciam no basquete, aprender o jogo e seus fundamentos é mais importante que vencer um campeonato. Depois que comprendermos e aceitarmos estas afirmações, poderemos discutir outros aspectos do sucesso ou não do nosso basquete. Abraços.
16-10-2002
Pergunta:
Marcel realmente estou sabendo do que sua resposta a mim gerou. Olha realmente nao era essa a minha intencao, perdao mas foi apenas um impulso de opiniao para melhorar o basquete pelo lado que eu pelo menos posso. Que é pelo lado da crítica. Se o técnico da selecao brasileira nao é capaz de aguentar a pressao realmente nao é dificil de se imaginar qual fora o resultado esperado e o ocorrido. Só espero que voce nao tenha ficado furioso comigo em virtude dessa polemica, por que em meu ponto de vista sao essa discussoes como existem em seu site que enriquecem e elevam o nivel do esporte e basquetes brasileiros. Acompanhei a discussao entre voce e o doutor professor mestre Helio Rubens Garcia (Só ele que falou mas tudo bem) e fiquei extremamente triste ao perceber a que ponto chegaram os poderes desse tecnico. Marcel a historia do emprego ele pegou pesado nao acha nao?
Bom espero respostas e voce sabe que sou seu fa pela sua sinceridade e pela qualidade nas respostas o que decididamente nao sao as qualidades de outros...
Fábio Balassiano
Resposta:
Fábio, não fiquei furioso com vc, nem poderia. Vc me perguntou e eu lhe respondi. A pergunta foi tão significativa, que a resposta foi amplificada para a mídia. HR, ao que parece, não suporta críticas ao seu trabalho e, ao invés de discutir tais críticas, prefere partir para a agressão profissional e pessoal. Especificamente falando da questão emprego, como disse e agora repito, não acredito que o cargo de técnico da seleção brasileira seja um emprego, mas sim uma missão. Também não fiquei ofendido com isso, pois mudar a cara do basquete passa por essas vicissitudes. Ser comparado a um arrivista é muito fácil para quem tem opinião. A questão principal da discussão deve girar em torno aos resultados internacionais obtidos pela seleção, que são diretamente proporcionais ao treinamento apropriado aplicado aos jogadores, além de serem a vitrine do basquete brasileiro. HR teve 5 anos de "carta branca" para preparar a seleção segundo a sua concepção tática e definitivamente não obteve o sucesso esperado para o talento e a capacidade técnica do nosso basquete. HR convocou quem desejou convocar, não convocou quem estava fora dos seus padrões de jogo e escolheu os seus auxiliares diretos. HR agora critica os jogadores que ele treinou durante esses 5 anos (a maioria joga ou jogou no seu time nesse período). Diz que precisa de tempo para ensinar as habilidades básicas a esses jogadores. HR insiste em ficar até 2008 para colher resultados, mas outros treinadores em outros esportes, que treinam adequadamente, conseguem esses resultados em tempos mais aceitáveis. HR inibe a criatividade e a intuição do jogador de basquete brasileiro, mesmo que isso seja feito de forma não intencional. Definitivamente não dá para aceitar que seja apenas um sonho ir à Olimpíada de 2004. É também muito duro constatar que a Argentina detém a hegemonia continental. Por favor, entre no site da CBB e veja a transformação física a que foi submetido Nenê no treinamento que realizou nos EUA. Lá existem fotos de nosso pivô quando jogava na seleção ou no Vasco. Depois, compare essa foto com a da entrevista de Nenê após draft para Denver. O mesmo aconteceu com Jefferson. Não quero menosprezar o treinamento recebido por esses atletas aqui no Brasil, mas ambos eram apenas prospectos (como dizem os americanos) que se transformaram em realidade devido ao treinamento eficaz que realizaram nos EUA. Eu pergunto: Por que devemos aceitar esse quadro pintado por HR para a nossa seleção? Será que não existe uma outra forma de encarar o jogo? Essas são algumas perguntas que fizeram decidir a tentar mudar a cara do basquete brasileiro, mesmo tendo que ouvir e ler todas as críticas pessoais e profissionais de HR à minha pessoa.
16-10-2002
Pergunta:
Alo Marcel,
Acompanhei seu debate com o Sr. Filosofia Helio Rubens, teve um jogo neste carioca/2002 que o Sr. Filosofia brigou com a mesa e bateu na mesa este ato vem de encontro com o argumento de intimidação dos arbitros questionado na Espn. Mas o meu questionamento, é que seleção não é lugar para fazer experiência e nem improviso, convocar o Baby sem conhece-lo e convocar o Leandrinho e o Tiago Spliter sem nenhuma experiência internacional é dose de aguentar.
Temos armadores como o Rato, o Valtinho, o Fúlvio do Mogi, o firulento do Arnaldinho e tem um ala que eu gosto muito que é o Dedé do mogi.
Enquanto os pivos ainda tem espaço para o Josuel campeão da Liga o Janjão melhor reboteiro da Liga e Cade o Estevam e o Alirio na Seleção engaunto o Sr. Filosofia improvisa o Guilherme na posição 4, é preciso ficar atento pois no pré olimpico estamos muito preocupados com Canadá e Porto Rico mas incluiria o México que derrotou a Argentina, te cuida Sr. Filosofia.
Resposta:
Marcelo, o grande problema de HR é que ele não aceita críticas ao seu trabalho. HR confunde crítica com ofensa pessoal e revida na mesma moeda. Não tenho mágoas nem medo dizer o que penso. Posso não concordar, por exemplo, com alguns dos nomes que vc citou, mas nem por isso questionarei sua capacidade de análise nem conhecimento do jogo. É bom ouvir a todos.
16-10-2002
Pergunta:
Marcel, adorei o seu mini-debate inesperado na Espn ontem, deu para observar que você é uma de caráter forte, e não se intimida com a oposição , porque você não tenta acompanhar alguns treinamentos da seleção para ver se o Hélio aceitaria mesmo a opnião de pessoas consagrados e com muita experiência no Basquete como você, já que ele falou que o espaço estaria aberto, para que isso aconteça, faça um teste , pelo menos se você não for o técnico que todos nós queremos que seja, você consiga colocar na cabeça do "senhor sabe tudo" , o que está realmente, precisando mudar no nosso Basquete para que pelo menos comece a ficar competitivo contra as grandes equipes. Faço votos que você consiga o cargo tão desejado porque você mostrou que sabe o que está fazendo, e tem planos para mudar não daqui a 10 , 20 anos como O Hélio quer . Abraços Alex!!!
Resposta:
Alex, sempre dei a cara a tapa com muita tranquilidade. Quem consegue dizer o que pensa, como é o meu caso, deve estar preparado para ouvir o que os outros pensam também e isso nem sempre é agradável. Por favor, não seja ingênuo ao ponto de acreditar que HR aceitaria "pitacos" no seu método de trabalho. Agradeço o seu incentivo. Abraço.
15-10-2002
Pergunta:
Marcel, estou acompanhando com interesse suas opiniões sobre a seleção brasileira masculina, mas gostaria de aproveitar o momento pra te pedir pra falar um pouco também da feminina e da sua opinião sobre o comando do técnico Antônio Carlos Barbosa. Um abraço.
Resposta:
Bruno, creio que o principal problema da seleção feminina tenha sido a ausência de atividade competitiva que foi submetida Janeth na temporada passada. Janeth não defendeu nenhuma equipe brasileira na temporada passada e ficou sem atuar por quase seis meses. Em se tratando de uma competição de alto nível como o Mundial, só a temporada da WNBA não conseguiu faze-la retornar ao mesmo nível físico e técnico que tanto apreciamos, fato que está acontecendo somente agora. A seleção perdeu duas partidas pela diferença mínima e o resultado seguramente seria outro se a nossa melhor jogadora não tivesse ficado tanto tempo sem atividade. Não quero dizer com isso que Janeth foi a responsável, mas sim a situação que se desenvolveu a partir desses fatos. Abraço.
15-10-2002
Pergunta:
Marcel,

Não se trata de uma pergunta , mas um reconhecimento a sua postura profissional diante do basquete do país o que escrevo abaixo:
Marcel,

Gostaria de externar meus parabens pela sua entrevista na ESPN-Brasil do horário do almoço .
A sua postura mostrou ao basquete brasileiro que ainda existem profissionais como vc , que não se intimidam e não se curvam diante das estruturas quando essas estão procedendo de forma incorreta e arcaica na sua forma de administrar .
Vc esta coberto de razão e a força dos seus argumentos desestabilizou o Helio , isto demostrado nas suas respostas que em momento nenhum partiu para agressões pessoais como fez o tecnico da seleção.
Como disse em nosso Workshop a comissão tecnica chegou ao fim do seu ciclo , esperamos que a CBB tome uma atitude após a reunião que acontecerá na Confederação para apresentação do relatório sobre o mundial .
Marcel, certamente se mais pessoas que militam no basquete tivessem a sua coragem e a personalidade forte , assim como a do Oscar , vide entrevista ao Globo esporte de domingo ,certamente o basquete teria um outro destino.
Agora fica um alerta para aqueles que elegem os dirigentes da CBB , antes de votar, avaliem o que vem acontecendo no basquete do país , seus motivos , responsáveis e comparem com as propostas dos novos candidatos que aparecerão até 2005 , uma votação errada poderá ser a pá de terra em nosso basquete , isto se ele subsistir até lá .
Resposta:
Alcir, agradeço muito ao seu apoio e elogios.
15-10-2002
Pergunta:
Marcel, parabéns pelo seu debate com o HR na ESPN-Brasil. Embora não pense que não era esse o objetivo da sua estada lá, foi extremamente proveitoso para todos nós. Vc e o HR concordam em muitas coisas, mas creio que os óculos dele devam estar meio embaçados. 5 anos é tempo para chuchu. Tenho certeza que muitas coisas aconteceram nas vidas de todos nós durante todo esse tempo. E a seleção brasileira continua estagnada. Acho que o tempo não passou para eles. Não é possível que não se perceba que os passos que foram dados foram muito curtos com relação ao resto do mundo. Continuo votando em vc, mesmo não sendo esta uma candidatura oficial. Vamos sair do abstrato para o concreto e colocar o basquete brasileiro onde ele merece. Que não seja o melhor do mundo, td bem, mas que seja o melhor que conseguirmos ser - que é muito mais que um oitavo lugar chorado e exprimido no Mundial mais "mamão" dos últimos que acompanhei.
Li a uma pergunta falando sobre o volei e te pergunto: como o volei consegue? O material humano deles, em comparação às outras seleções, é bem mais baixo - tal como o nosso basquete - e isso traz dificuldades muito grandes. Mas olha lá onde eles estão. Juro que pensei quando os vi no pódio: "Quando vai ser a vez do basquete ?" Vc não acha que eles jogam à maneira deles sem deixar de ser modernos ao mesmo tempo? E a renovação deles? É praticamente um outro time daquele que ganhou em Barcelona e até mesmo daquele que esteve em Sydney. Gostaria que vc comentasse, fazendo esse paralelo entre volei-basquete mostrando por onde é e por onde não é.
Encontrei a motion offense na net. Vou dar uma estudada depois te mando algumas perguntas. Abraços
Resposta:
Francisco, desculpe-me, mas não gosto de comparar esportes. A nossa hora um dia chega. Abraços.
15-10-2002
Pergunta:
Marcel,
sou técnico de basquetebol aqui em Curitiba e amigo do Rolando,
Parabens pela seu confronto de ideias com o Hélio Rubens,
acho ele um excelente técnico, só que ele não pode ser considerado
o dono da verdade, não é possivel falar em renovação com Vanderlei,
helinho, e Rogerio jogando daquele jeito,
concordo com a coluna PONTO DE VISTA, " TREINAMENTO DE LONGO PRAZO. O CASO DA
SEL. BRASILEIRA " de Alexandre Moreira, sobre a fase de melhor
resultados em competicoes e sobre os metodos de treinamento
concordo com o que vc diz sobre o qwertqwertgrande jogo,"
era triste ver o time só passar a bola sem o claro objetivo de ir em direção a cesta, concordo
com vc no que diz respeito aos resultados das seleções de base, pq o Bial para ser o técnico?
Enio Vechi tinha um grande time na mão na sub-21 e jogava em casa, o que aconteceu?
Posso nào ter 10% do conhecimento que essas pessoas tem, muito menos currriculo,
mas o duro é vc enxergar possibilidades de vitória ou de uma melhor disputa dentro de um jogo e ver um time apático;
o que nào pode, é ver a gente perder da Argentina, Espanha, Porto Rico e ganhar na prorrogação de Angola
e achar que estamos no caminho certo.....
acredito que os tecnicos tem que mudar seus metodos de treinamento, eu estou me incluindo nisso,
como vc e o helio falaram jogar aqui é muito diferente, arbitragem deixa passar muita coisa,
que se transforma em vicio para os atletas,
aquin dentro do paraná o nivel caiu muito, o ultimo grande jogador que saiu daqui foi o Rolando,
agora o Lucas de Franca, muito pouco,
muitos atletas daqui encerram a carreira no cadete, pois nào tem condicoes ir jogar em SP e precisam estudar,
é preciso fortalecer os basquete regionalmente para dar quantidade e sair qualidade
estou escrevendo pois é triste ver o basquete nessa situação e é bom ver que existem pessoas que ainda amam esse esporte principalmente vc, o Rolando, que me fizeram adotar esse esporte, com jogos como de Indianapolis,
Só pra terminar vc Acha que o helio Rubens vai continuar como tecnico? se não for vc quem é o mais indicado ?
sem mais
Fabio Antonio Pellanda
Resposta:
Fabio, obrigado pelos seus elogios e pelos seus comentários, os quais não tenho reparos a fazer. Posso dizer que concordo em grande parte com o que vc escreveu e representa muito bem a nossa realidade. Quanto ao seu questionamento, não caberia a mim responder a essas perguntas, devido ao rumo que a situação tomou nesses últimos dias, Abraços.
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