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PERGUNTE AO MARCEL Retro World Cup Cote d'Ivoire Jerseys At Great Prices Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Closeout World Cup Bosnia Hercegovina Jerseys With Discounts Where To Buy cheap World Cup Ghana Soccer Jerseys Wholesale hot-sale Affordable World Cup Japan Jerseys On sheap Sale Personalized World Cup Switzerland Jerseys With Discount Super World Cup Croatia Soccer Jerseys Online outlet Store Match Worn World Cup Chile Jerseys with Factory Price Online cheap oakley sunglasses http://www.bposoft.com/
18-06-2002
Pergunta:
Ola , Marcel sou eu novamente desculpe te importunar tanto mas é que eu te fiz varias perguntas sobre o basquete na Itália mas eu coloquei na tribuna , fico esperando uma resposta valeu !!!!
Resposta:
Alex, valeu! Não fique tão ansioso, pois estaremos entrando em contato assim que tivermos novidades. Abraço.
18-06-2002
Pergunta:
Marcel,queria saber se o Jeferson desistiu de participar do draft,pois no site da nba seu nome ainda está lá e já ouvi várias vezes que ele tinha desistido.Se ele desistiu me diga o por quê?
Resposta:
Neri, também ouvi que ele havia desistido, mas seu nome realmente continua na lista. O principal motivo para desistência é a falta de interesse das equipes da NBA no jogador. É melhor não estar na lista do que não ser escolhido. Vc sabe que a competição é acirrada. Não sei se esse é o caso do Jeferson. Vamos aguardar, pois o menino tem muito potencial.
17-06-2002
Pergunta:
Onde vendem camisetas dos Lakers no Rio Grande do Sul?
Resposta:
Augusto, as camisas dos Lakers talvez possam ser encontradas nos melhores shopping centers de Porto Alegre.
17-06-2002
Pergunta:
Oi Marcel,
Respondendo a sua pergunta: Eu sou filho do Nestor Paraguay, sobrinho do Mauricio e do Pi Sergio.Todos jogaram basquete, meu pai falo que jogou contra você.
Ogrigado pela resposta e pela ajuda.
Eu jogo basquete, tenho 14 anos, jogo por Campinas, pelo Clube Regatas, nos jogamos a Federação, Grande SP, na categoria mirim.
Rodrigo Paraguay
Resposta:
Rodrigo, joguei com seu pai em algumas seleções de categorias menores. Com seu tio Maurício em um campeonato brasileiro juvenil em 1972 (técnico Mical, Belo Horizonte). Já o PiSérgio foi meu companheiro de equipe no Monte Líbano e meu jogador no Banco Bandeirantes. Todos foram muito bons jogadores. Espero que vc siga os seus (deles) passos. Abraços a todos.
15-06-2002
Pergunta:
Ola , Marcel eu gostaria de saber se está proposta de disputar um campeonato no basquete itáliano é uma coisa séria porque eu levo o basquete como uma coisa séria e o meu emprego atual tambem não posso abrir mão do meu trabalho por uma coisa que não me traga respostas para o futuro , gostaria muito desta oportunidade e venho treinando muito para que eu possa abraça-la com muita dedicação então gostaria de mais informações sobre este evento .

um forte abraço Alex!!!
Resposta:
Alex, não seria um campeonato e sim jogos amistosos contra equipes italianas que têm atividades durante o verão europeu. Essas equipes são de altíssimo nível e esses jogos estariam mais indicados para quem disputou os principais campeonatos do país. Não sei se vale o risco de abrir mão do seu trabalho por esse sonho. Vc decide. Quanto às informações sobre a viagem, estamos aguardando uma resposta de nosso contato na Itália para darmos mais detalhes. A possibilidade de montarmos duas equipes de diferentes níveis não está descartada. Por favor, aguarde um pouco mais. Abraços.
14-06-2002
Pergunta:
Ola Marcel, e muitíssimo obrigado por me responder. Espero que não se incomode que eu faça muitas perguntas em pouco espaço de tempo. Sobre o ST, há muitas perguntas feitas por nós(frequentadores do Pergunte) sobre como ele funciona, mas gostaria de saber como você armaria seu time contra uma equipe que também utiliza o ST, a melhor maneira de enfrentar esse sistema. Outra pergunta: Acho que você qunado jogou nunca esteve em uma situaçao dessas, pois sempre foi um jogador de ponta, mas o que você escolheria entre jogar em um time em que a vitoria vem mais facil, possui mais jogadores de qualidade, porem não teria muito espaço para jogar e para arriscar jogadas pois não teria essa liberdade, em funcao dos outros jogadores, ou, preferiria jogar em uma equipe em que há poucos jogadores de qualidade, onde é muito dificil vencer, porem teria mais espaço para jogar, mais respeito, mais liberdade e confiança de seus companheiros, podendo ser o lider dessa equipe.
Outra pergunta: Quando se enfrenta um adverario reconhecidamente superior a voce, como se deve jogar? respeitando demais, solto,ou fazendo simplesmente o q você sabe.
Mais duas perguntas: Quando você jogava, houve alguma época da carreira em que você passou por momentos em que nao conseguia jogar bem,em que tudo dava errado? e caso tenha havido, como voce o superou? E para terminar, voce, na quadra, tinha problemas em controlar seu lado emocional e como fazia para se acalmar e como faz para passar tranqulidade e seguranças para seus atletas nas equipes que dirige?
Mais uma vez, muito obrigado pelo espaço cedido, pelo tempo e pela paciencia. Abraços.Leonardo
Resposta:
Leonardo, não me incomodam as suas perguntas, pois elas me são muito estimulantes. Jogar contra uma equipe que pratica o ST é muito difícil, pois esse sistema potencializa as qualidades técnicas individuais dos atletas. Eu diria que, entre equipes de nível técnico semelhante, a grande arma defensiva contra o ST seja a forte defesa nas situações de 1 contra 1. Se vc tem grandes defensores dessa situação em sua equipe, é forte a sua possibilidade de sucesso. Outra resposta: Já joguei em equipes onde os jogadores não se falavam fora da quadra e venciam tudo dentro dela. Em outras, nos dávamos muito bem socialmente, mas éramos um desastre no jogo. Eu preferia jogar em uma equipe vencedora, onde todos dividissem as glórias. Às vezes isso era impossível. Sempre gostei do desafio e da competição. Sem time competitivo e vencedor fica inviável, mesmo sendo o líder e jogando o tempo todo. Outra resposta: Um adversário reconhecidamente superior serve para nos avaliar quanto ao nosso nível. É preciso dar tudo de nós para tentarmos supera-lo, mesmo sabendo que não conseguiremos. Atingir o máximo de nossas capacidades é o objetivo a ser perseguido sempre. Mais duas respostas: É claro que houve momentos em que não estava bem e tudo dava errado. Nessas horas, seguia o conselho dado por meu pai quando eu ainda estava começando: ?vai treinar, moleque!!? Era o que eu fazia. Pegava a bola e ia para a quadra. Última resposta: quando jogava, tinha o controle da situação e nada me abalava emocionalmente. Já como treinador, o controle não é mais meu. Ele continua dentro da quadra, nas mãos dos jogadores, pois eles têm que tomar decisões baseadas no que está ocorrendo em campo, as quais, muitas vezes, são totalmente diferentes do que foi planejado pelo treinador. Nessas horas, lhe confesso que fico um pouco abalado, mas tento passar tranqüilidade aos meus jogadores. Treinar exaustivamente todas as prováveis situações de jogo também é um bom método para a equipe manter o controle da situação.
14-06-2002
Pergunta:
Caro marcel. Como faço para conseguir minha inscrição no curso de Basketball com Zelmir Obradovic?. Sou de Sinop - Mato Grosso e técnico das categorias de base das seleções do nosso estado e estamos montando um time adulto que futuramente poderá disputar o "cnb" e apesar do nosso basquete estar em pleno crescimento não temos acesso a informações deste nível por isto gostaríamos muito de participar de tão importante evento.
Resposta:
Gabriel, creio que vc deva escrever para a FPB, www.fpb.com.br e perguntar sobre como fazer a inscrição para esse evento.
14-06-2002
Pergunta:
Marcel, assistindo às finais da NBA entre os Lakers e os Nets, percebi que os Nets, quando jogaram em casa, fizeram uma marcação zona em vários momentos da partida principalmente para tentar coibir os passes dentro do garrafão para o Shaq. Então, me veio à cabeça a pergunta: o ST funciona também contra marcações por zona ? Se sim, ele funciona contra toda e qualquer marcação por zona? Se não, elucide-me o porque do não aproveitamento do ST contra zonas. Se não existisse o ST, por qual vertente tática você estaria se aventurando no comando de suas equipes ? Mudando de assunto, o atleta jogador de basquete, enquanto contratado de uma equipe, o Pinheiros, p.ex., tem carteira de trabalho assinada e outras garatias trabalhistas ou o que vigora é o velho "contrato de boca" ?
Resposta:
Francisco, pelo resultado da NBA creio que a primeira parte da pergunta já esteja respondida. A grande sacada do ST é o conceito de que a defesa dita as regras ao ataque. No ST, os jogadores não jogam contra a defesa e sim com a defesa, aproveitando o que ela oferece ao ataque. Portanto, pode-se jogar o ST contra qualquer sistema defensivo, pois todas as suas falhas serão aproveitada pelo ataque. Cansei de ver os jogadores do perímetro dos Lakers arremessarem da grande distância enquanto os Nets estavam "fechados" em Shaq. Adotei o ST, pois procurava um modo de jogar onde o ataque não mostrasse para a defesa o que iria realizar. Toda vez que o armador faz um sinal de jogada (punho, cabeça, 2, três, etc.) para seus companheiros, ele também está sinalizando a jogada para a defesa. Atualmente está ficando cada vez mais difícil para o ataque realizar o movimento completo de uma jogada proposta, pois os scouts estão cada vez mais completos e abrangentes. Hoje em dia valoriza-se muito o poder de criatividade e intuição do jogador para aproveitar-se das falhas defensivas, já que os caminhos da jogada armada são conhecidos por todos, não só em campo, como no ginásio do jogo. Não sei qual vertente tática escolheria, talvez a chamada "motion offense" praticada por Duke, que não deixa de ser uma variação do ataque de Bobby Knight. Mudando de assunto, alguns clubes fazem o contrato de imagem, que é mais em conta, pois evita o pagamento de vários tributos. Lembro-me que na equipe do Banco Bandeirantes, tínhamos todos os direitos garantidos, o que custava quase uma outra folha de pagamento para o banco, pois a legislação é pesada nesse item. Já vi grandes contratos firmados e registrados não serem respeitados enquanto um acordo ?de boca? ser rigorosamente cumprido. E vice-versa. Creio que tudo dependa das pessoas que estão tratando esse contrato. Agora, com a nova MP dos Esportes, vamos ver o que acontece.
13-06-2002
Pergunta:
Ola Marcel, obrigado pelas respostas e pelo espaço cedido. Li os editoriais já publicados por você sobre o ST, e tenho algumas dúvidas: 1. Vendo a figura e as explicações, parece que o ST depende sempre de um pivô ou alguem que jogue com eficiência de costas para o cesto. Caso um time não possua jogadores fisicamente avantajados para tal funçao ou sem características, e possua jogadores, principalmente, de arremessos 3 pt e penetrações, o ST poderá funcionar nesse time?
2. Em um momento decisivo, da ultima bola, voce como técnico de uma equipe, escolheria fazer uma jogada em funçao do potencial de um jogador(aquele,com potencial, que tem personalidade e que gosta de decidir jogos,de confiança do técnico), ou escolheria um jogada coletiva,dentro do ST. em que a bola sobre para o jogador mais livre para arrmessar, independente de quem ele fosse ?

Já saindo do assunto ST, gostaria de saber a sua opniao sobre a seleçao brasileira, a CBB e o presidente da CBB. Sei que determinadas delarações podem ser consideradas anti-éticas, e que podem comprometer sua carreria como técnico, portanto, só responda o que puder e tudo bem.

Ultima pergunta: Como lhe disse anteriomente, pratico basquete duas vezes por semana. Só que nessas vezes, acontece apenas jogo, e não treino(porque é educação física do coleg., portanto não uma preocupaçao dos jogadores em aprender os fundamentos do jogo, e sim em jogar, sendo todos nós "peladeiros". Gostaria de saber como faço para tentar melhorar cada vez mais os fundamentos dentro desses jogos, aperfeiçoando o que já sei e aprendendo o que não sei, já que não há treino.

Mais uma vez, obrigado pelo tempo e pelo espaço cedido. Abraços. Leonardo
Resposta:
Leonardo, o ST funciona em qualquer equipe, pois valoriza as qualidades individuais dos jogadores. A equipe do Lakers é tricampeã da NBA com um pivô excepcional (Shaq). Já o Chicago foi hexacampeão sem jamais ter tido um pivô determinante em suas fileiras. Tanto o Bulls quanto Los Angeles interpretam ou interpretaram o ST de modo diverso. Ambos venceram. Mudando para os momentos decisivos, fico com a hipótese de dar o poder de decisão a um jogador específico. Por vezes, não temos tempo para armar nada, a não ser dar a bola a um determinado jogador e torcer para que esse tenha sucesso. De qualquer maneira, o jogador de potencial deve decidir se brilha, tomando para si a responsabilidade, como fez MJ no último arremesso contra o Jazz no sexto título do Chicago, ou se ilumina, como também fez Jordan ao servir Steve Kerr para o arremesso derradeiro, que levou o Bulls a mais um título. Em ambos os casos, MJ tinha a bola e usou-a, de modo sábio, dentro do ST. Sobre a seleção brasileira, ainda é muito cedo para qualquer análise, pois a convocação e os treinamentos ainda nem aconteceram. Quando estivermos mais próximos do Mundial, por favor, recoloque essa pergunta para mim. Já a CBB é a nossa instituição mestra e, como tal, está acima das pessoas que temporariamente a dirigem. Todos devemos observar um profundo respeito à CBB. O presidente da CBB é um cargo de comando, eleito por voto direto onde, escolhido por seus pares, que lhe outorgam um mandato, deve cumpri-lo, segundo a sua consciência, da melhor forma possível. Pelo presidente da CBB flui todo o poder do basquete no Brasil, pois é dele que emana, em última análise, as decisões mais importantes do nosso basquete. Já julgar o presidente da CBB é algo que não farei, pois não me sinto no direito. Cada um age de acordo com a sua consciência. Poderemos, isso sim, analisar a situação do basquete brasileiro, mas creio que essa análise seja tema para um editorial. Para melhorar o seu jogo, vc tem apenas uma saída: treinamento. Abraços.
13-06-2002
Pergunta:
Marcel,gostaria de saber o país de origem do ala do LAKERS Rick Fox.Muitas vezes ouvi pessoas dizendo que ele é canadense porém por que ele não está na seleção do Canadá, e ontem na final da NBA quando eles foram campeões ele estava com a bandeira das BAHAMAS nas mãos.Então por favor me tire essa dúvida sobre o país de origem do Fox.
Resposta:
Neri, essa é fácil. Ricky Fox nasceu no Canadá, mas seus pais mudaram-se para as Bahamas quando ele tinha 2 anos de idade. Acredito que ele se identifique mais com esse país, mas já joguei contra ele quando ele defendia o Canada.
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