| 31-03-2002 |
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| Pergunta: |
:o) Marcel, um abraço! Torço para que vc e o Ameixa consigam atingir seus objetivos e desenhar uma nova cara para nosso basquetebol. E aí, como vc(s) imagina(m) esta nova cara? Quais seriam as mudanças e quais seriam os novos elementos? :o)
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| Resposta: |
Fernanda, obrigado pelo incentivo. Esse espaço é muito pequeno para a exposição do que vc me pede. Procurarei demonstrar essa mudanças através dos editoriais de sábado.
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| 30-03-2002 |
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| Pergunta: |
Marcel, é um prazer inigualável contactar com vc. Sou seu ^fã desde aquela cesta em Manila que nos deu o bronze, contra a Itália. A minha pergunta é: Por que não está listado o Flu como um possível campeão do CNBM? Desde já muito obrigado pela atenção. PS Meu filho tem 12 anos e viu o tape da decisão do pan e passou a admirá-lo também.
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| Resposta: |
Frederico, o prazer é todo meu. Obrigado pela força. Quanto ao Fluminense, é óbvio que ele é um possível candiato ao título, mas na virada do turno, a equipe carioca não estava, segundo a classificação oficial, entre as oito primeiras. Fizemos uma redução no returno. Essa visa apenas a dinamizar a pesquisa. Após o returno, faremos uma nova seleção para os playoffs, onde estarão mostradas apenas as quatro primeiras equipes do final da temporada normal. Um grande abraço para seu filho e para vc também.
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| 28-03-2002 |
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| Pergunta: |
Marcel ,
Este é meu nome e não tenho pq me esconder o que não posso adimitir que pessoas entrem com meu nome e falem coisas que não falei. Acho que o seu sistema de inscrição devia ter critica no momento do cadastro para não aceitar cadastro de mesmos nomes . Marcel se sou rispido aceito criticas da mesma forma ,mas contra fatos não existe argumentos as derrotas estão ai e não creio que vc ainda acredite em papai noel , o problema lá existe e vc sabe que não é possivel que não converse com seu irmão , acho que o seu corporativismo tem que acabar até pq esta sua coluna tem ter compromisso com a verdade e não ficar encobrindo problemas que estão prjudicando o bom nome de uma Universidade e prejudicando atletas . Acho que vc esta muito longe para avaliar o que esta acontecendo estou aqui dentro e sei o que falo .
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| Resposta: |
Paulo, com vc já pôde notar, parece que o pessoal começou a respeitar o espaço oferecido pela Tribuna. Seu clone já foi devidamente excluído. Infelizmente eu não tenho um portal nem a tecnologia necessária para selecionar por nomes. Selecionar através de e-mail é o máximo que podemos fazer. Peço desculpas pela confusão que essa limitação lhe causou. Quanto ao meu corporativismo que vc cita, creio que vc queira que eu tenha as mesmas opiniões que vc. Tenho compromisso com o meu modo de ver as coisas e, às vezes, ele não coincide com o da maioria. Se o dentro que vc fala é ser parte das organizações Universo ou da equipe, aí o bicho pega, pois vc teria a obrigação de discutir tais fatos aí "dentro". Se o dentro citado é estar em Goiânia e ser apenas um torcedor do bom basquete, então vc tem toda a razão em reclamar da equipe nesse espaço. Insisto, entretanto, que vc não deva confundir corporativismo com opinião contrária à sua.
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| 27-03-2002 |
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| Pergunta: |
Caro Marcel ,
Estão utilizando meu nome indevidamente na tribuna livre ,acho que deveria que ter um sistema de critica mais eficiente para evitar que outras pessoas utilizem seu nome e fica por isto mesmo . Acho que deveria ter uma base de dados que não permita que cadastre o mesmo nome mais de uma vez . Como esta acontecendo no meu caso que estão clonando meu nome e falando o que não falei .
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| Resposta: |
Paulo, na verdade esse clone utilizou o seu nome (se é que esse é o seu nome verdadeiro) com um novo e-mail, esse seguramente inexistente. Esse clone só continua no Tribuna porque respondi a todos (vc incluído) sobre as baixarias e a falta de respeito que vêm ocorrendo na Tribuna Livre, único espaço do basquete brasileiro onde as pessoas podem expressar suas idéias sem filtro. Veja como é o problema: mesmo a sua nova crítica sobre a atuação da Universo diante do Fluminense é pesada e, embora não agrida moralmente o Carioquinha, dá a ele o direito de responde-la em tom mais ríspido do que o normal. Seria ingênuo que vc acreditasse na hipótese do Carioquinha não estar tentando fazer o máximo que possa para reverter a complicada situação de sua equipe. Pode, portanto, haver outras pessoas que gostem do trabalho do Carioquinha e responda a vc com um pouco mais de ardor. A coisa vai crescendo até chegarmos ao ponto em que chegamos. A continuar dessa maneira, não vejo outra alternativa senão a retirada da Tribuna do site. Não tenho vocação para censor, nem juíz do que é certo ou errado. Espero somente um pouco mais de respeito às pessoas que estão trabalhando para um basquete melhor.
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| 26-03-2002 |
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| Pergunta: |
Caro Marcel,
Gostaria de saber se o Nene esta vindo pra ca pra jogar universitrio ou ele esta vindo pra treinar pra NBA? Um abraco Paulo Caldoncelli
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| Resposta: |
Paulo, segundo o que se comenta por aqui, o Nenê está indo para treinar na George Washington University. Na verdade, nós sabemos que o campeonato universitário já acabou para a GWU. Sabemos também que ele ainda não tem nenhum contato para jogar na NBA nessa temporada. Acredito que ele irá treinar em algum "camp" de seu novo Agente e aguardar uma proposta da NBA ou da Europa para a próxima temporada. Abraços.
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| 26-03-2002 |
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| Pergunta: |
Marcel, o que vc acha a respeito da saida do Nene do Vasco? Vc o apoia? Acha que irá atrapalha-lo para disputar o Mundial? E quanto o time do Vasco perde nessa saida? Um abraço!
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| Resposta: |
Vinicius, acredito que a saída do Nenê seja um reflexo da atual situação do esporte brasileiro: Tecnicamente estamos evoluindo, financeiramente, entretanto, deixamos muito a desejar. O caso do Nenê, bem como o do Anderson Varejão refletem muito bem esse problema. Ambos saíram porque a perspectiva de uma maior recompensa financeira, aliada à possibilidade de melhora técnica os fizeram abandonar seus clubes e tentar uma situação mais confortável. Bala técnica na agulha eles têm. Não sei se isso irá atrapalhar o Nenê para a disputa do Mundial. Precisamos ver aonde ele irá jogar durante esses meses pré-mundial. Obviamente o Vasco perderá muito, mas ninguém é insubstituível. Abraços.
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| 26-03-2002 |
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| Pergunta: |
:o) Olá Marcel ... tb sou uma apaixonada pelo basquete e admiro muito seu trabalho (se bem que ultimamente mais por influência do Ameixa que lhe "vende" como poucos)... Bom, li seu último editorial e fiquei me questionando em alguns pontos que gostaria de ver esclarecidos. 1) O que vc quis dizer com "sucesso emocional"? 2) Na sua opinião o que se deve fazer para se obter este "sucesso emocional"? 3) Como vc encara o trabalho de psicologia do esporte: deve etar focado no "sucesso emocional" da sua equipe ou atleta? :0)
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| Resposta: |
:0) Olá! Fernanda, fico feliz que vc seja apaixonada pelo basquete e que conheça o Ameixa. Na verdade, o professor Alexandre Moreira, Ameixa, e eu temos o mesmo objetivo: mudar a cara do basquete brasileiro. Refiro-me ao sucesso emocional como uma forma de expressão plena do talento esportivo do atleta, muitas vezes ofuscado por condições emocionais impostas pelo aumento das expectativas em torno a ele. É muito melhor que um atleta seja levado ao máximo do que ele possa render, do que ser comparado a um outro atleta de sucesso e ficar à sua sombra. Já me cansei de ver surgir novos "Oscar", ou ainda "esse irá jogar na NBA". O resultado dessa expectativa pode ser desastroso. É muito importante que o atleta saiba das suas reais capacidades, para que não se decepcione no futuro e se prejudique. Sabendo do seu real potencial, o jovem talento jamais será "enganado" por falsas promessas. O sucesso emocional de um atleta contribuí para o sucesso emocional da equipe. Entretanto, temos que entender os objetivos da equipe e os do atleta. Esses raramente são os mesmos. Saber fazer coincidir tais objetivos é, ao meu ver, a principal tarefa da psicologia do esporte.
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| 26-03-2002 |
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| Pergunta: |
Bom dia! Marcel;não sei se vc se lembra de mim; sou um ex jogador de basquete aqui de Jundiai, mas eu tive muito contato com seu irmão Amauri pois somos da mesma idade e jogavamos juntos! Mas o motivo desta é para perguntar o que você acha do atual estrelismo que se esta apreguando a certos jogadores, e a responsabilidade prematura a eles imposta pela maioria dos técnicos!Quanto de beneficio ou prejuiso pode acarretar ao atleta ainda imaturo; como estou vendo acontecer atualmente!
Abraços Ruben Mauricio
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| Resposta: |
Ruben, eu não me lembro, mas o Maury disse que sim. Não acredito que os jogadores estejam tão estrelas assim. Vc poderia me dar um exemplo? Geralmente os treinadores só colocam reponsabilidades em quem possa suporta-las. Vc também teria fque me dar algum exemplo de quem estaria sendo prejudicado por isso. Saudações jundiaienses!
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| 23-03-2002 |
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| Pergunta: |
Olá Marcel, gostaria de saber se vc conhece o basquete apresentado pelo jogador que o Unimed/Franca contratou e se voce acha que com a chegada dele e o retorno do Fransérgio em breve o Unimed/Franca tem chances de se classificar para o Play-Off ... Um abraço
Daniel
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| Resposta: |
Daniel,o Drake é um excelente arremessador da grande distância (6,25m). A Unimed Franca deverá ficar mais competitiva com ele e o retorno do Fransergio, que me impressionou muito. Vamos torcer para que os playoffs ainda não estejam perdidos para Franca. Abraços.
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| 22-03-2002 |
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| Pergunta: |
Marcel, gostaria de saber se existe alguma hierarquia nas ligas de basquete que existem nos EUA, excluindo a NBA ? Os americanos dão importância a alguma dessas ligas ?
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| Resposta: |
Davidson, creio que vc queira saber se existe algum tipo de lei de acesso no basquete norte-americano. Na verdade todo o sistema esportivo do EUA é baseado na educação escolar. O atleta precisa necessariamente estudar (e ter boas notas) para jogar. É muito difícil alguém chegar ao profissionalismo sem ter passado pelo 2º grau pelo menos. Acredito que apenas no baseball isso raramente aconteça. A hierarquia pela qual vc tem interesse é fundamentada em vários níveis. No 1º e 2º graus, o atleta deve obrigatoriamente frequentar a escola do seu bairro (não adianta ficar "cantando" jogador de outro lugar)e competir com seus vizinhos por um lugar no time. As equipes dessas escolas diputam apenas o campeonato estadual, que é para os atletas estudarem e não viajarem pelo país inteiro para competir. Os que mais se destacam são convidados a estudar e jogar numa Universidade onde a competição aumenta sobremaneira, pois os melhores atletas vão para as Universidades que têm os melhores programas esportivos do EUA. Essas Universidades são ordenadas por qualidade de ensino e número de modalidades praticadas em três grupos principais e outros tantos secundários (NAIA, Júnior College, etc). O órgão regulador dos três grupos principais se chama NCAA e controla todas as competições universitárias dos EUA. As regras para mudança de nível, portanto, obedece a critérios de programas educacionais e não à índice técnico. De qualquer forma, já disse que quem tem o melhor programa, tem os melhores atletas e faz as equipes vencedoras. Lá, se vc quiser investir em esporte, tem que primeiro investir em educação. Uma Universidade é obrigada a melhorar muito seu programa educacional para pleitear uma mudança de nível. É interessante frisar que quando isso acontece, todos os esportes dessa Universidade mudam de nível, o que comporta maior investimento. A importância desse sistema é que ele garante a base educional dos atletas e ajuda a manter o nível das Universidades. Quase igual ao Brasil, não é? Abraços.
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